terça-feira, 2 de agosto de 2011

Brasil, ame-o e mude-o


Na época da ditadura (64 a 85), havia uma frase corrente “Brasil, ame-o ou deixe-o”. Agora que vivemos uma democracia, a frase seria “Brasil, ame-o e mude-o” Pode parecer uma frase estranha, mas é assim mesmo. Nós temos obrigação de mudar os erros cometidos pelos governos e reclamar daqueles que não seguem as regras, que resultam em qualidade de vida do nosso povo. Antes haviam as ideologias, derrubadas com o muro de Berlim. Agora o que importa é tenhamos uma qualidade de vida, equinânime, em nossa sociedade sob a égide da social democracia. Não podemos ser a quinta economia do mundo e nós, povo, é que pagamos a conta. Nós, povo, é que arcamos com o ônus. E nada de bônus. E como esse bônus chegaria até nós. No preço da gasolina que é uma das mais caras do mundo, perto de dois dólares o litro, e com uma péssima qualidade. Sessenta octanas, medida que determina o poder de explosão, só é utilizada nos países mais pobres do mundo. Quando vendemos essa mesma gasolina, a preço de banana, para a Argentina e pior, para a Bolívia em troca do reles gás, ela sai com uma qualidade excepcional, atendendo à especificações daqueles países, que não são bobos, ou não fazem o seu povo de bobo. Somos um dos maiores países do mundo, em agronegócios. Nossos laticínios são ruins e caríssimos. Nosso suco de laranja, que nos EUA é conhecido como “Tropicana, oranje juice from Brazil”, é vendido a dois reais o litro. Aqui pagamos 4 reais, o litro. Um detalhe, vendidos aos galões, para ficar mais barato. A energia elétrica é uma piada. Já escrevi sobre isso no meu blog e vou “linkar” para a matéria. Clique aqui.
Mas o que me leva a escrever esta matéria é a minha indignação com a mentira. Há alguns meses, saiu na grande imprensa uma chamada para a redução do preço dos seguros dos veículos devido à diminuição dos furtos e das fraudes etc, etc.
O ano passado comprei um Corsa Max zero, ao preço de R$ 34.000,00, pagos a perder de vista. Imediatamente, antes de tirar o carro da concessionária, fiz um seguro na Associação dos Mantenedores Beneficiários da Petros - AMBEP. A corretora (Cristina) foi muito simpática e depois de tudo acertado, vantagens, chegou a um preço de 4 prestações de 494,00 (1.900 reais). Meu pai só teve um emprego na vida. Funcionário da Petrobrás - REDUC – Refinaria Duque de Caxias, de operador a supervisor. Sempre, orientou-me, até falecer há 3 anos, para os benefícios dos planos de seguros da AMBEP. Digo que sempre fui fiel, pois realmente o preço deles era o melhor. Pois bem, Hoje recebi um telefonema de um operador sugerindo que renovasse o meu seguro. Para resumir depois de todas as trocas de informações,  informando-me dos benefícios, chegou ao ponto crucial. Um carro que custou 34.000 reais, agora, avaliado em 29.000 reais. Um carro que nunca bateu. Num Estado (Rio de Janeiro) que, segunda a mídia, teve os custos dos seus seguros reduzidos, vai-me custar a bagatela de 4 prestações de 540 reais. Acho que é isso, pois na hora fiquei revoltado e respondi ao operador: - Estou sendo punido, porque não bati com o carro, estou sendo punido, por não ter armado um furto fictício, para poder pegar o valor integral do carro e estou sendo punido por ser fiel à AMBEP. Mas esta instituição não é, com certeza, aquela que meu pai respeitava. Ele um homem justo com um currículo impecável. Ganhador de diversos prêmios de produtividade, Oswaldo Fernando Cordeiro Goulart, que escolheu, como eu, este pais, maravilhoso, para viver e constituir família, certamente está revoltado, onde quer que ele se encontre. Termino este artigo,  dizendo duas frases que aprendi, quando morava nos EUA. Primeiro, “façam sua parte”. Segundo, “mandem cartas”. É isso que estou fazendo. Temos que mudar esse nossos empregados que não respeitam os patrões nem uma empresa chamada Brasil, para nós, nossos filhos e nossos netos, vivam num país socialmente justo.
Em tempo: Vocês sabiam que sediamos o Jogos Olímpicos Militares. Sabiam que seis dos famosos pianistas vivos do Brasil, Wagner Tiso, Arthur Moreira Lima, João Carlos de Assis Brasil, Nelson Ayres, Amilton Godoy e Antonio Adolfo, reuniram-se sob a regência de Wagner Tiso e tocaram o Hino Nacional Brasileiro a 12 mãos.  Que demos um show na abertura, com uma técnica excepcional e original. Pois é. Aconteceu!! Agora para ver só no Youtube, porque a tvs (exceto a TV Brasil) dos canais abertos estão muito ocpudas em faturar,  até com horários vendidos a instituições suspeitas e  levar cultura inútil ao povo.
Vamos ver o vídeo da apresentação. Graças ao Youtube. Agradecimentos ao grande AlBastoss. Grande brasileiro.