quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
O I Festival de Rock do Luna Park - I LUNAROCK e o inicio de tudo na Informática
sábado, 31 de janeiro de 2026
Resgatei minhas raízes na Marinha
Tenho conhecimento de mais de 450 anos, de marinheiros, nas minhas duas famílias. Avelar & Medeiros!
| Rival e Adamastor da Família |
| Povo cruzando o canal entre a ilha do Pico e do Faial |
| Camionete (Ônibus) de meu avô desembarcando no porto de Areia Larga-Madalena-Pico |
Meu tio/padrinho Vitor Medeiros, foi Capitão faroleiro do farol da Ponta dos Rosais, que faz parte da Otan, na ilha de São Jorge, no arquipélago dos Açores.
Em meados de 1996, Ricardo Carneiro, meu dentista e amigo, convidou-me para ir com ele na Ilha das Cobras no Corpo de Fuzileiros Navais, onde era Capitão de fragata, dentista.
Ao chegar às 6h, Ricardo foi colocar o jaleco branco e atender os pacientes enquanto eu ficava vagando pelas dependências e fazendo amizades com a turma.
Almoçávamos sempre na Praça de Armas, onde não podia faltar a famosa jacuba, uma garrafinha de limonada no centro da mesa. Uma tradição da Marinha portuguesa e brasileira segundo comandante Quintão (RIP) historiador falecido do CFN e responsável pelo museu situado nos túneis de munição e sítios arqueológicos que lá existem.
Talvez na segunda vez, saí sozinho do almoço dirigindo-me ao prédio histórico para ver as pinturas fantásticas da entrada, quando de repente, escuto uma voz atrás de mim perguntando se eu era o David Avelar.
Olhei para trás e percebi que a patente era alta. A figura, um pouco autoritária, era do comandante dos Fuzileiros Navais, na época, Capitão Mar e guerra Amin, debaixo do seu bigode.
Ele, com ar autoritário, falou - me acompanhe! E saiu marchando na minha frente e eu atrás pensando o que é que eu tinha feito de errado pela atitude inquisidora dele.
Fomos direto ao gabinete quando, depois de uma pequena conversa sobre as minhas origens, ele pediu a um dos garçons que trouxesse uma bebida amarelada e deu-me para provar. Conhecia bem! Meu avô fabricava. Era um licor adocicado chamado Angelíca, mais para senhoras, feito de uvas, adocicado.
Eu expliquei a ele que conhecia e ele regozijou-se, dizendo para o imediato Alexandre que estava sentado do lado dele. - Viu Alexandre, valeu a pena passar na Ilha do Rio Grande e pegar lá com os *"açorianos" essa bebida. Aí me explicou que durante manobras de guerra com a Argentina ele tinha pedido a uma fragata para pegar umas caixas na ilha. Aqui no Brasil ela tinha o nome de Jurupinga.
*A ilha de Rio Grande no Estado do Rio Grande do Sul abriga uma quantidade considerável de descendentes das 47 famílias originais que Dom Pedro mandou vir dos Açores para povoar os estados do Sul.
Fizemos amizade, tiramos fotografias.
Alguns dias depois, coincidentemente, ele me chama no gabinete e diz que vai ter uma apresentação para o ministro da guerra da Itália, que vai almoçar com o presidente Fernando Henrique Cardoso na ilha de Villegagnon, na Baía da Guanabara. Vão jantar e vem para assistir a um show preparado especialmente para ele, com a banda dos Fuzileiros Navais.
Com a praticidade já tinha, chamado o maestro e comandante Da Costa, famoso por ser o primeiro regente da banda, para discutir nos detalhes.
Ficou convencionado que, a parte cenográfica teria como ser; O palco bem em frente à escadaria na saída do prédio histórico; Em frente ao palco mais de 100 cadeiras estofadas para autoridades. E atrás, uma arquibancada camuflada, encostada a amurada para, onde nós podíamos ficar debaixo dela, sem sermos vistos, comandando som e luz.
Agora faltava discutir o repertório musical. É claro que a gente tinha que, ao mesmo tempo puxar a brasa para nossa sardinha com Carlos Gomes "Alvorada de um escravo", Cisne Branco, homenagear a Itália com O sole mio, cantado pelo tenor Samuel que tocava bumbo na banda.
E o final?
Ah, o final!
Depois de alguma discussão decidimos colocar como gran finale, a Abertura Solene "1812" (Op. 49), composta por Piotr Ilitch Tchaikovsky. Nesse momento foi quando eu, timidamente, perguntei a ele como é que seria a parte final da invasão de Moscou com canhões. Ele prontamente falou. - Pode deixar que eu vou mandar buscar uma bateria de 5 canhões.de 105 mm, lá no regimento Sampaio. Eu já comecei a ficar preocupado.
Treinarmos durante algum tempo. Tudo acertado! Vamos aos ensaios finais, 5 dias antes do evento quando chegaram a bateria de canhões de 105 mm.
Ele mandou colocar na mesma posição dos canhões de 1860 que orlam amurada original da Fortaleza de São José da Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro, que teve sua primeira fortificação (Santa Margarida) erguida em 1624 para defesa contra invasões holandesas
Isso significava que os canhões iriam atirar exatamente em cima dos armazéns de manutenção do Arsenal de Marinha que eram todos envidraçados. E outro motivo também. Virados para a ilha de Villegagnon.
No ensaio geral já com dois maestros, um só para comando dos canhoneiros, correu tudo maravilhosamente bem, até o momento que os canhões começaram a disparar e eu, que estava debaixo da arquibancada bem pertinho deles, comecei a perceber barulho de vidro quebrado, quando olhei para baixo, os vidros do Arsenal estavam a quebrar, caindo em cima dos carros estacionados. Chamei o comandante falei. -Olhe para baixo. Ele olhou e falou. - Está mesmo tudo quebrado mesmo. Pode tacar fogo.
No segundo ensaio geral percebemos que tínhamos um problema. Onde colocar o clarim da abertura de Alvorada de um Escravo de Carlos Gomes que abria a segunda parte do espetáculo.
Alguém sugeriu que o sargento ficasse no alto da torre junto ao maravilhoso Pavilhão Nacional de 6 m por 12, sobre uma torre de metal de 15 m, situada acima do comando naval de entrada da Bahia da Guanabara, que já estava iluminado com quatro canhões de luz de 1000 watts colocados por nós. O sargento meio relutante concordou e ficou combinado que antes do espetáculo ser iniciado, ou seja, antes do primeiro tempo ele já deveria subir, municiado de fones de ouvido com intercomunicação, roupa, porque lá em cima faz frio e cinto de segurança, por motivos de segurança porque a torre não é lá muito nova e ficar lá em cima aguardando a sua performance.
No dia do evento tudo preparado as autoridades começaram a chegar. Foram recebidas pelo Almirante Pontes, que os levou para conhecer as dependências internas do prédio histórico. Um pequeno coquetel no segundo andar e em seguida voltaram para sentar nas cadeiras.
Acabou o primeiro ato. Vai começa a segunda parte. Escurecemos tudo. A orquestra deu o primeiro acorde e nisso entra o clarim, introito do alvorecer do novo dia, na visão de Carlos Gomes. Entramos de uma vez com as luzes e o sargento levou um susto e ele chegou a atravessar a pauta e acho tinha caído se não tivesse com cinto de segurança.
Não precisa dizer que nós levamos uma bronca quando ele chegou cá embaixo.
Foi cômico se não fosse trágico para o sargento.
Foi um sucesso total.
Repercutiu!
Um almoço entre Ricardo Carneiro comandante Amin e o imediato Alexandre onde eu ganhei esta placa.
| Imediato Capitão de fragata FN Alexandre, David Avelar, Comandante mar de guerra FN Amim, Capitão de fragata FN Ricardo |
Com a transferência de comando do COMGER para o Almirante Carlos, a pedido dêle, preparamos o espetáculo chamado Parada Noturna ou Parada Militar Noturna, que apresentamos neste vídeo.
Clique e veja https://youtu.be/yDJ5uS07eTA
Nos apresentarmos em diversos lugares https://youtu.be/yDJ5uS07eT inclusive no CIASC, na Ilha do Governador, porém de dia. Esse espetáculo foi exibido em Edimburgo, Escócia.
Veja mais
https://youtu.be/6GhOqe2AHbY?si=TYUzEQi_0XfCbpm2
Ainda fizemos uma decoração de Natal lindíssima aproveitando as árvores na frente do prédio histórico cobrindo-as com luzes de Natal com ajuda dos praças, pois o que não faltava era a mão de obra, para enrolar luzes nas árvores.
Ajudarmos a escolher as cores ocre coloniais para os prédios da Cepol e do Prédio histórico e dos dois anexos.
| Estudos com base histórica para resgate das cores originais. |
Criamos uma iluminação específica espelhada no nosso querido mestre Ney Matogrosso que foi um dos responsáveis pela iluminação do centro Geográfico da Marinha na Praça 15 e também do palácio Oswaldo Cruz como funciona a Fiocruz.
Produzimos a parte técnica de Som e Luz do "Dia do Marinheiro" no Iate Clube do Rio de Janeiro.
Sonorizamos a apresentação da Orquestra dos Fuzileiros Navais sob a regência do Maestro comandante Da Costa no Teatro Municipal.
A banda de Corpo de Fuzileiros Navais, sempre foi inspiração para nós adolescentes que tocávamos nas bandas marciais dos colégios de Petrópolis, sendo que o destaque ia para o colégio Washington Luiz que, inclusive se trajava com o uniforme do CFN.
Veja esta apresentação Clique abaixo
Com tudo isso fui agraciado com a medalha "Amigo da Marinha", entregue pelo comandante Mose, que muito me honra e que resgata essa vocação de estar "sempre ao mar".
Adsumus
Deixo aqui o poema de Fernando Pessoa, para quem não conhece, sobre o mar. Houve uma época que havia um ditado que dizia que nas veias dos portugueses não corria sangue, mas sim, água salgada.
Mar português
Fernando Pessoa
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Tradicional Festa de Santo Antônio muda de lugar
- Localização: A celebração religiosa foca na Catedral (Av. Marechal Floriano, 2265), enquanto as barraquinhas de comidas típicas, artesanato e atrações musicais acontecem na Av. Governador Amaral Peixoto, Travessa Mariano de Moura e áreas adjacentes.
- Data: A festa é realizada no mês de junho, com destaque para a Trezena (31/05 a 12/06) e o Dia de Santo Antônio (13/06). Em 2025, os festejos populares ocorreram entre 11 e 14 de junho, das 9h às 23h.
- Atrações: O evento, apelidado de "Festa do Vai e Vem", oferece shows de música local (samba, forró, MPB), a tradicional procissão do padroeiro e vasta gastronomia, incluindo o famoso bolo de Santo Antônio e cocadas.
- Mudança de local: Desde 2014, para reduzir o impacto no trânsito, a prefeitura transferiu boa parte das barracas da Avenida Marechal Floriano para o Calçadão da Avenida Governador Amaral Peixoto.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
Como conheci o Orlando Orfei e o Tivoli Park
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
Uma amizade escrita nas estrelas. Falando em filmagem de imagens aéreas.
Vamos ser sinceros! Vamos nos despir de qualquer modéstia.
Desde que nos conhecemos o que já foi uma aventura, eu e Professor Luiz Edmundo Pereira de Azevedo diretor do Centro Educacional José do Patrocínio, fomos imbatíveis em tudo o que fizemos, na área artística e cultural.
Nos conhecemos em circunstâncias inusitadas, quando, a pedido do então prefeito Paulo Leone (RIP) eu, como assessor técnico da Coordenadoria de Comunicação Social, fui convocado a gravar o Hino de Nova Iguaçu e me encontrei em uma disputa entre dois autores. Pedi permissão ao então Coordenador de Comunicação Social Edinaldo Carvalho que me deu carta verde e alocou verba, junto a Humberto Carluccio, tesoureiro(RIP).
Com a experiência que eu tinha, fui a campo e pesquisando junto a amigos que conheciam tudo sobre Nova Iguaçu, como Nicanor Gonçalves Pereira (RIP), querido amigo que me introduziu na prefeitura para montar som de Natal no calçadão a pedido do prefeito Rui Queiroz.
Primeiro descobri que havia em Nova Iguaçu uma banda com coral chamada Banda Terremoto, ganhadora de prêmios em todo o Brasil, cujo maestro era Paulo Pedrosa e seu diretor professor chamado Luiz Edmundo.
Chamei Eufrásio meu motorista e rumamos para Nilo Peçanha onde ficava o Centro Educacional José do Patrocínio da Abeu- Associação Brasileira de Ensino Universitário, do qual Professor Luiz Edmundo era diretor também.
Ao chegar me apresentei e fui levado a sala do diretor, no bom sentido.
Queria ressaltar que ao entrar na ante-sala e ver aqueles troféus lindíssimos que a banda tinha amealhado durante anos, fiquei emocionado lembrando dos meus velhos tempos de trombonista e ator, desfilando como Dom Pedro pelo Colégio São José de Petrópolis, onde estudei primário e ginásio, sob a regência do saudoso maestro Amadeu Guimarães(.
Fui apresentado a um homem de 1,92 m de altura, sério e ao expor a minha ideia, eu recebi um enorme SIM.
Este foi o início de uma amizade brilhante que dura até hoje, graças a Deus.
Agora, só faltava consultar os autores dos hinos.
Com o Rui Afrânio Peixoto(RIP) não precisou ter muito trabalho pois ele era Secretário de Governo na prefeitura, e meu amigo pessoal de longos papos e alguns puxões de orelhas, já que eu era rádio-amador e ele era o delegado do Dentel em Nova Iguaçu. Também com ele aprendi muito sobre computador, onde ele "brincava" com seu filho Ruizinho e eu olhava para aquela tela preta DOS e pensava que nunca ia aprender a manusear aquela coisa horrorosa, lembrando que era um TX 88, ligado uma televisão Philco de 14" .
Por outro lado Nicanor me informou que o hino preferido era o de Paulo Costa Navega (letra) e música de Thereza Stella de Queiroz Pinheiro Lopes.
O primeiro um professor e a segunda irmã do ex-prefeito Ruy Queiroz, que morava na mesma rua do prefeito Paulo Leone. Então foi fácil chegar até ela. Ela me informou que já tinham escolhido o hino deles*.
Mais uma vez recorri a Nicanor Gonçalves Pereira e ele me informou que não era verdade! Que ainda havia uma disputa.
Levei a questão até o prefeito que decidiu dar uma de Salomão. Pediu para gravar um disco, para que pudéssemos distribuir nas escolas do primeiro grau. Escolhi então gravar em compacto duplo tendo os dois hinos. Uma faixa com letra e música e outra so instrumental.
Foi um sucesso retumbante! Gravamos nos famosos estúdios da Transamérica, na rua 24 de maio, no Rio, onde trabalhei 4 anos da minha vida, à noite editando músicas de artistas.
Dois ônibus com Coral e Banda treinados em tempo record, sob a regência do maestro Paulo Pedrosa, junto com o diretor Luiz Edmundo.
Foram feitas mil cópias pela Odeon e distribuídas em todo o município.
A partir daí nossa parceria foi completa. Gincanas, teatro, festas juninas, festivais de música, etc,etc.
E até, o que hoje, estou enfocando neste vídeo.
Há um determinado momento Luiz Edmundo, já meu compadre, amigo e considerado o irmão que eu não tive, a quem eu entreguei alma cristã de minha filha mais nova para eles (ele e sua esposa Maria Helena (Lena) apadrinharem e entreguei a filha mais velha Isabel, que juntas, fossem educadas na instituição, junto com os filhos deles, Ellie e Leandro Braga.
A um determinado momento, depois de todas essas aventuras, fomos convidados peonoresisente da Abeu Valdir Vilela vídeos dos 7 cursos profissionalizantes incentivando os egressos do final do então curso ginásio, a fazerem cursos profissionalizantes.
Para isso precisávamos de uma abertura estrondosa e de uma voz maravilhosa.
Poderia ter sido a maravilhosa voz do Luiz Edmundo, do querido Laír Soare(RIP) ou então a minha própria voz com todo o sotaque português que carrega, mas escolhemos Adilson Tavares (RIP), já que na época ele era "cabine" do programa da Xuxa na Rede Globo e meu vizinho aqui no bairro Juscelino.
Imagens só poderiam ser extraordinárias. E o que melhor que mostrar as instalações físicas, geográficas das instituições Abeu na Baixada? Para isso precisávamos de um helicóptero.
Vamos juntos para o Aeroclube de Nova Iguaçu e lá conheci uma figura fantástica chamada Santana que é nosso amigo até hoje, só que não mais em Nova Iguaçu, mas sim no aeroporto de Jacarepaguá.
Santana tinha dois helicópteros Bell de três pás o que não era muito bom para gravação já que tremiam muito e como diz meu compadre Luiz Edmundo: - duas bolinhas de acrílico. E ele chegou a subir neles.
Acertamos preço, marcarmos dias de gravação para depender do bom tempo. E no dia certo rumarmos para o aeroclube eu, Luiz Edmundo, Ibrahim Soares e Aurélio (RIP). Covers dos quatro mosqueteiros. Sempre unidos.
Para melhorar a estabilidade com uma câmera Panasonic PV 220, pedi ao Santana fones para comunicação ele falou que não tinha. Estavam com defeito. Imaginem!!
Assim preso a dois cintos de segurança com os pés nos estribos, fizemos esta abertura para os Cursos Profissionalizantes da Abeu - Associação Brasileira de Ensino Universitário.
terça-feira, 7 de outubro de 2025
Um dia de cão para dois idosos que acabou bem
Ontem para nós dois, eu e Sandra, foi um daqueles dias que a gente quer esquecer.
Logo de manhã verifiquei que o benefício que Sandra recebia não tinha caído na conta.
Liguei para 135, INSS e constatei que que o saldo tinha retornado para o banco Itaú. E, muito gentil, a atendente me direcionou para o Itaú da estrada da solidão em Santa Amélia, Belford Roxo.
Ora se nós quiséssemos receber teríamos que ir pessoalmente na agência. E o pior é que ela informou que mais de quatro agências do Santander, em Belford Roxo e em Nova Iguaçu tinham fechado e por isso o benefício tinha voltado ao banco Itaú.
Assim decidimos enfrentar um dia de 40 graus de calor e uma agência super hiperlotada, onde fomos atendidos com muita gentileza, tanto pelo povo que ajudou a Sandra a subir até o banco, como pela gerente Priscila que resolveu o nosso problema.
Só que isso demorou muito e passou a nossa hora do almoço e decisivos almoçar fora mesmo. Aí vei o grande dilema.
Onde almoçar algo gostoso e barato.
Falou-se em comer peixe, gasta-se uma fortuna.
Assim, decidimos comer o melhor frango que tem por essas bandas, em Nova Iguaçu na minha opinião, eu que sou apaixonado pelo galinácio assado!
Vamos ao Frango Brasileiro na estr. Dr. Plínio Casado, 1206 - Califórnia, Nova Iguaçu.
Ao chegarmos no local vimos que o restaurante estava lotado. Ainda demos quatro voltas no quarteirão e era carros por todos os lados e aí já batia 38.1 graus de calor.
Pedi para Sandra para sair do nosso carro, atravessar a rua e ficar na porta do restaurante e fui distraído pelo rapaz que estava tentando me ajudar a manobrar.
Ao fazer isso, encostei na Sandra que ficou com chinelo preso debaixo do meu pneu e caiu para trás.
Deus protege as crianças e os idosos.
Dois funcionários do restaurante acudiram a minha velhinha e ainda brigaram comigo me acusando de quase tê-la atropelado.
Entre mortos e feridos salvaram-se todos e entramos no restaurante. Agora sim acompanhado até pelo gerente super simpático chamado Pablo Bicalho, que nos encaminhou para uma mesa.
O restaurante não é grande, talvez com 30 mesas, mas extremamente aconchegante, com um cheiro maravilhoso, um banheiro impecável e uma comida de dar gosto.
Aconselho a todos que querem comer meia banda de um bom frango, acompanhado de arroz, batata frita, maionese, farofa, molho a campanha, feijão, salpicão, regados a suco de limão delicioso para Sandra e H2O para mim.
Sempre comprei frango lá para levar para casa mas nunca tinha comido no restaurante.
Pedi a conta e veio a caixa Ingrid da Silva, que mais parecia segurança de banco. Com toda a razão! o preço foi justo perto dos preço abusivos praticados no ramo de gastronomia.
Vamos para casa rindo da nossa grande aventura. Tomei um banho e agora dei a chegada do meu querido amigo Marcos Hermes vindo de São Paulo.
Mas isso é outra estória.
terça-feira, 23 de setembro de 2025
FEIJOADA da APAE de MESQUITA foi um sucesso
Por David Avelar
Fotos de muitos amigos da APAE
A tradicional feijoada que deveria acontecer no domingo da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla de 21 a 28 de Agosto, foi adiada por motivos logísticos para o dia 21 de setembro Dia Nacional da Luta pela Pessoa com Deficiência.
Durante esse mês que antecedeu a feijoada foi feita uma campanha de propaganda e marketing da venda da camisa alusiva a feijoada, na cor verde, com símbolo da APAE na frente e nas costas as logos dos patrocinadores, sendo que a camisa foi patrocinada pelas indústrias Granfino Alufran, a quem nós queremos agradecer desde já a nossa vida Rosana Vicente a presidente do conglomerado Silvia Coelho Lantiman.
Com a expectativa de vendas de 240 camisas, conseguimos ultrapassar essa meta e, segundo Maurício Bandeira responsável pela venda, ultrapassamos 280 camisas vendidas.
A feijoada aconteceu no Ginásio do Tênis Clube em Mesquita a partir do meio-dia do dia 21, domingo, com grande expectativa de todos. Esse ginásio tem fama de péssima acústica e para isso nós prepararmos uma parceria entre o som do Major Paulo e equipamento restante da empresa RIASOM, que levei uma semana para restaurar e utilizar no famoso ginásio. A movimentação de equipamentos ultra pesados ficou a cargo do filho do Maurício Bandeira, o João Vitor, que foi impecável no seu trabalho de levar e trazer o equipamento, que mais parecia um monte de ferro velho. Mas conseguimos vencer e fazer um som de alta qualidade para artistas que merecem o melhor.
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| Equipamento da RIASOM transportado pelo João Vitor Bandeira |
A coordenação da Feijoada ficou a cargo de Francisco Elguesabal e as mães cozinheiras que faço questão de nominar. Nas compras Marilda Caetano, Carla Lopes e Francisco Elguesabal. Na confecção Maria Goretti, Ana, Heloísa Andrade, Ana Cláudia, Cristiane Neto, Elaine Simões, e a maravilha Carla Lopes e Mariana Mendonça. No atendimento Isabel Elguesabal, Sandra Pontes e mais algumas que peço por perdão por não nominar.
Ana Cláudia e Marilda Caetano
Nas atrações principais os grandes amigos Markinhos Vargas, o "Rei do Flashback", que nos acompanha há 15 anos nas feijoadas da APAE e o recém chegado DJ André Noite On, uma figuraça, que já está inserida na nossa lista de grandes amigos.
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| Dj. André Noite On e Markinhos Vargas |
Às 12 horas a porta foi aberta ao público, já comandada pelo DJ André Noite On, que manteve uma música alegre para a recepção dos nossos convidados. Enquanto isso a equipe do Francisco Elguesabal e as mães cozinheiras dedicavam-se a preparar a feijoada para estar pronta no máximo às 13 horas.
Cerimônia de abertura da feijoadaCom o ginásio quase lotado, foi realizado cerimonial com o Hino Nacional Brasileiro, com a presença da presidente da APAE de Mesquita Marilda Caetano de Oliveira Elguesabal, da madrinha da APAE professora Sheila Gama, o vice-presidente da APAE Professor Wanderlei Sabino, o coordenador da Feijoada Francisco Elguesabal, Elmo Menezes, Maurício Bandeira, e o convidado especial, Dr. Júlio César da Silva, presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB de Nova Iguaçu.
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| Markinhos Varga e Vanderson mais conhecido como Vandinho |
Em seguida tivemos a apresentação do internacional cantor Markinhos Vargas, "o Rei do flashback", um irmão que nos acompanha há 15 anos nos eventos da APAE. Markinhos colocou todo mundo para dançar.
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| /O DJ André Noite ON e Markinhos Vargas |
O DJ André Noite ON, foi uma atração especial, uma surpresa para todos devido a sua harmonia com o cantor Markinhos Vargas do qual são amigos e trabalham juntos em alguns projetos, há muito tempo.
A feijoada estava impecável. Eu sou suspeito em falar porque é um prato que representa o Brasil na minha vida. Já comi das melhores feijoadas e garanto que a feijoada da paz não deve nada a ninguém.
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| Mauricio Bandeira e Dona Luiza. 97anos. A integrante mais velha do movimento apaeano de Nova Iguaçu |
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| Dra. Aline Leal e o Prof. Wanderley Sabino |
É claro que a partir de agora no encerramento de todos os trabalhos do ano de 2025 das festividades da APAE queremos mais uma vez agradecer a todos os patrocinadores, artistas e colaboradores que nos ajudaram muitíssimo a realizar essa festa e provou que a APAE de Mesquita já tomou a sua vez na história das APAES do Brasil.
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| Dom Luciano Bergamin, prof. Wanderley Sabino e Gabriel da Costa |
DEUS PROTEJA A APAE DE MESQUITA
HOMENAGEM
Professora Sheila Gama e Edna Rosa assistente social da Apae
Agradecimentos especiais
PATROCINADORES
Indústrias Granfino e Alufran (Rosana Vicente e a Presidente Silvia Coelho)
Embelleze
OAB 64 subseção Mesquita
@Dog Gourmet
Tênis Clube Mesquita
Excellence cursos
Meile
UnigamaSousa-Centro Universitário
MSC Aline leal fisioterapeuta
Vs Santiago panificadora
KKSsports
David Avelar Digitaliza VHS
Supermercados Tubarão
Aos anfitriões dos Passeios
Unicirco Marcos Frota (aos seus diretores Marcos e Luis Frota)
Museu do Amanhã (ao seu Presidente Ricardo Piquet
APOIO
Prefeitura Municipal de Mesquita
20º Batalhão da Polícia Militar
Sub Secretarias de Transito
APAE AGRADEÇE
Ao Médico do Prontonil.
Dr. Abel Duarte Mello Júnir - Pediatra
Agradecimentos a mídia pela divulgação
Coluna VIP - Alberto Aquino
Notícias de Mesquita - Simone Melo
DIRETORIA EXECUTIVA DA APAE DE MESQUITA
Marilda Caetano de Oliveira Elguesabal -Presidente
Wanderley Sabino da Silva- Vice presidente
Elmo Menezes Rosa-1° Secretário
Evelyn Vieira Pimenta-2° Secretário
Paulo Antônio da Silva Ribeiro-1° Diretor financeiro
Cristiane Neto da Silva-2° Diretor financeiro
Carla Regina da Silva Lopes - Diretora de patrimônio
Luce Helena Padilha de Andrade- Diretora Social
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Francisco Antônio Elguesabal
Dimas Edson dos Santos
Ana Cláudia Ribeiro de Lima
Marise de Oliveira Falcão
Daniela Marques da Silva Cardoso
Nilson Ney Cardoso
Fernanda Costa de Souza
Carlos Eduardo Naliato Melilo
CONSELHO FISCAL
Mauricio César da Silva Bandeira
Elaine Simões de Carvalho
Derli Jardim Dias Cerqueira
Detalhes da Logística e Organização
Transporte técnico
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| João Vitor e auxiliares |
Organização das mesas
Elaine
Cristiane
Marilda
Francisco Elguesabal
Carla lopes
Ricardo pai de assistidos
Mendes pai de assistidos
Evandro (Ed.Black) Roader do major Paulo)
Cessão dos itens da cozinha
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| Paroquia Cristo Ressuscitado BNH |
Fotos dos evento enviar para o email
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