domingo, 22 de abril de 2012

Depois do trem-bala invisível, temos o navio que não navega.



Guardando as devidas proporções...
30/03/2012 às 18:51 / O País quer Saber

Depois do trem-bala invisível, o navio que não navega

JÚLIA RODRIGUES

Em 7 de maio de 2010, ao lado da sucessora que escolhera e do governador pernambucano Eduardo Campos, o presidente Lula estrelou no Porto de Suape um comício convocado para festejar muito mais que o lançamento de um navio: primeiro a ser construído no país em 14 anos, o petroleiro João Cândido fora promovido a símbolo da ressurreição da indústria naval brasileira. Produzida pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), incorporada ao Programa de Modernização e Expansão de Frota da Transperto (Promef) e incluída no ranking das proezas históricas do PAC, a embarcação com 274 metros de comprimento e capacidade para carregar até um milhão de barris de petróleo havia consumido a bolada de R$ 336 milhões – o dobro do valor orçado no mercado internacional.
Destacavam-se na plateia operários enfeitados com adesivos que registravam sua participação no parto de mais uma façanha do Brasil Maravilha. Seria uma festa perfeita se o colosso batizado em homenagem ao marinheiro que liderou em 1910 a Revolta da Chibata não tivesse colidido com a pressa dos políticos e a incompetência dos técnicos. Assim que o comício terminou, o petroleiro foi recolhido ao estaleiro antes que afundasse ─ e nunca mais tentou flutuar na superfície do Atlântico.
O vistoso casco do João Cândido camuflava soldas defeituosas e tubulações que não se encaixavam, além de um rombo cujas dimensões prenunciavam o desastre iminente. Se permanecesse mais meia hora no mar, Lula seria transformado no primeiro presidente a inaugurar um naufrágio. Estacionado no litoral pernambucano desde o dia do nascimento, nem por isso o navio deixou de percorrer o país inteiro. Durante a campanha presidencial, transportado pela imaginação da candidata Dilma Rousseff, fez escala em todos os palanques e foi apresentado ao eleitorado como mais uma realização da supergerente que Lula inventou.
A assessoria de imprensa da Transpetro se limita a informar que não sabe quando o João Cândido vai navegar de verdade. O Estaleiro Atlântico Sul, criado com dinheiro dos pagadores de impostos, não tem nada a dizer. Nem sobre o petroleiro avariado nem sobre os outros 21 encomendados pelo governo. No fim de 2011, o EAS adiou pela terceira vez a entrega do navio. A Petrobras, que controla a Transpetro, alegou que os defeitos de fabricação só podem ser consertados no exterior.
Quando o presidente era Nilo Peçanha, João Cândido comandou uma rebelião que exigia a abolição dos castigos físicos impostos aos marinheiros. Passados 102 anos, Dilma e Lula resolveram castigá-lo moralmente com a associação de seu nome a outro espanto da Era da Mediocridade: depois do trem-bala invisível, o governo inventou o navio que não navega.

Fonte: Internet via email 
diHITT - Notícias

IMPRESSIONANTE ... A GANÂNCIA!



PIONEIRA Há mais de três décadas Clara Brandão criou um composto alimentar que revolucionou a nutrição infantil
A cena foi comovente.
O vice-presidente José Alencar preparava-se para plantar uma árvore em Brasília quando foi abordado por uma nissei de 65 anos e 1,60 m de altura.
Era manhã da quinta-feira, 6 de maio.                          
A mulher começou a mostrar fotografias de crianças esqueléticas, brasileiros com silhueta de etíopes, mas que tinham sido recuperadas com uma farinha barata e acessível, batizada de "multimistura".
Alencar marejou os olhos.
Pobre na infância no interior de Minas, o vice não conseguiu soltar uma palavra sequer.
Apenas deu um longo e apertado abraço naquela mulher, a pediatra Clara Takaki Brandão. Foi ela quem criou a multimistura, composto de farelos de arroz e trigo, folha de mandioca e sementes de abóbora e gergelim.
 Foi esta fórmula que, nas últimas três décadas, revolucionou o trabalho da Pastoral da Criança, reduzindo as taxas de mortalidade infantil no País e ajudando o Brasil a cumprir as Metas do Milênio.
E o que a pediatra foi pedir ao vice-presidente?
Que não deixasse o governo tirar a multimistura da merenda das crianças.
Mais do que isso, ela pediu que o composto fosse adotado oficialmente pelo governo.
Clara já tinha feito o mesmo pedido ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão - mas ele optou pelos compostos das multinacionais, bem mais caros.(é lógico, na multimistura não dá para embutir 10, 20  ou mais por cento tão presentes na licitações de muitos governos)
"O Temporão disse que não é obrigado a adotar a multimistura", lamenta Clara.
Há duas semanas a energia elétrica da sala de Clara dentro do prédio do Ministério da Saúde foi cortada.                                    
Hoje, ela trabalha no escuro.
"Já me avisaram que agora eu estou clandestina dentro do governo", ironiza a pediatra.
Mas ela nem sempre viveu na escuridão.
Prova disso é que, na semana passada, o governo comemorou a redução de 13% nos óbitos de crianças entre os anos de 1999 e 2004 - período em que a multimistura tinha se propagado para todo o País.
Desde 1973, quando chegou à fórmula do composto, Clara já levou sua multimistura para quase todos os municípios brasileiros, com a ajuda da Pastoral da Criança.
Os compostos da multimistura têm até 20 vezes mais ferro e vitaminas C e B1 em relação à comida que se distribui nas merendas escolares de municípios que optaram por comprar produtos industrializados.
Sem contar a economia:
"Fica até 121% mais caro dar o lanche de marca", compara Clara.
Quando ela começou a distribuir a multimistura em Santarém, no Pará, 70% das crianças estavam subnutridas e os agricultores da região usavam o farelo de arroz como adubo para as plantas e como comida para engordar porco.
Em 1984, o Unicef constatou aumento de 220% no padrão de crescimento dos subnutridos.
Dessa época, Clara guarda o diário de Joice, uma garotinha de dois anos e três meses que não sorria, não andava, não falava.
Com a multimistura, um mês depois Joice começou a sorrir e a bater palmas.
Hoje, a multimistura é adotada por 15 países.
No Brasil só se transformou em política pública em Tocantins.
Clara acredita que enfrenta adversários poderosos.
    (alguém tem alguma dúvida ???)            
Segundo ela, no governo, a multimistura começou a ser excluída da merenda escolar para abrir espaço para o Mucilon, da Nestlé, e a farinha láctea, cujo mercado é dividido entre a Nestlé e a Procter & Gamble
"É uma política genocida substituir a multimistura pela comida industrializada", ataca a pediatra.
A antiga Coordenadora Nacional da Pastoral da Criança, a saudosa Zilda Arns, reconheceu que a multimistura foi importante para diminuir os índices de desnutrição infantil.
"A multimistura ajudou muito", diz.
"Mas só ela não é capaz de dizimar a anemia; também se deve dar importância ao aleitamento materno."
 "ISTO É" procurou as autoridades do Ministério da Saúde ao longo de toda a semana, mas nenhuma delas quis se pronunciar.
"O multimistura é um programa que não existe mais", limitou-se a informar a assessoria de imprensa.
Site do multimistura - www.multimistura.org.br/
Gente, vamos repassar esse email e tentar com que as autoridades
se atenham a isso... mas é claro que vai ser difícil, pois
a ganância dos políticos é impressionante...
desumana, animalesca !!!
diHITT - Notícias

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A verdade é a dos vencedores. Mas eles tem a História como inimiga. Dilma ainda pode ficar na história como heroína de uma sociedade, vilipendiada.

Recebi e repasso esse texto, pedindo que seja colocado no site para que todos vejam que ainda podemos contar com a Justiça, e que a sociedade civil está conosco e ciente das nossas reais preocupações com a situação atual do Brasil.
Grinalson Gomes Carneiro
TenCel PM RJ
(assinante do manifesto)
É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa.

É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público. 


É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino.

É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo.

É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar..."

BARACKOBAMA no MEMORIAL DAY, durante a cerimônia do Dia do Veterano em 2011
 
Juíza Dra. Marli Nogueira, Justiça do Trabalho em Brasília.
  Da Juíza às Forças Armadas

Os militares precisam descobrir a força que a instituição tem.

Há anos venho acompanhando as notícias sobre o desmantelamento das Forças Armadas e sobre a relu­tância dos governos de FHC e de Lula em reajustar dignamente os salários dos militares.

O cidadão ingênuo até pensaria que os sucessivos cortes no orçamento do Ministério da Defesa e a insis­tência em negar os reajustes salariais à categoria poderiam, mesmo, decorrer de uma contenção de gastos, dessas que as pessoas honestas costumam fazer para manter em equilíbrio o binômio receita/despesa, sem com­prometer a dignidade de sua existência.

Mas, depois de tanto acompanhar o noticiário nacional, certamente já ficou fácil perceber que não é esse o motivo que leva o governo a esmagar a única instituição do país que se pauta pela ampla, total e irrestrita serie­dade de seus integrantes e que, por isso mesmo, goza do respaldo popular, figurando sempre entre as duas ou três primeiras colocadas nas pesquisas sobre credibilidade.

A alegação de falta de dinheiro é de todo improcedente ante os milhões (ou bilhões?) de reais que se des­viaram dos cofres públicos para os ralos da corrupção política e financeira, agora plenamente demonstrada pelas CPIs em andamento no Congresso Nacional.

O reajuste salarial concedido à Polícia Militar do Distrito Federal, fazendo surgir discrepâncias inadmissí­veis entre a PM e as Forças Armadas para os mesmos postos, quando o dinheiro provém da mesma fonte paga­dora - a União - visa criar uma situação constrangedora para os que integram uma carreira que sempre teve entre suas funções justamente a de orientar todas as Polícias Militares do país, consideradas forças auxiliares e reser­va do Exército (art. 144, § 6º da Constituição Federal).

Mas agora a charada ficou completamente desvendada. E se você, leitor, quer mesmo saber por que raios o governo vem massacrando as Forças Armadas e os militares, a   ponto de o presidente da República sequer re­ceber seus Comandantes para juntos discutirem a questão, eu lhe digo sem rodeios: é por pura inveja e por medo da comparação que, certamente, o povo já começa a fazer entre os governos militares e os que os sucede­ram. Eis algumas das razões dessa inveja e desse medo:

1) Porque esses políticos (assim como os 'formadores de opinião'), que falam tão mal dos militares, sabem que estes passam a vida inteira estudando o Brasil - suas necessidades, os óbices a serem superados e as soluções para os seus problemas - e, com isso, acompanham perfeitamente o que se passa no país, podendo detectar a verdadeira origem de suas mazelas e também as suas reais potencialidades.

Já os políticos profissionais - salvo exceções cada vez mais raras - passam a vida tentando descobrir uma nova fórmula de enganar o eleitor e, quando eleitos, não têm a menor idéia de por onde começar a trabalhar pelo país porque desconhecem por com­pleto suas características, malgrado costumem, desde a candidatura, deitar falação sobre elas como forma de impressionar o público. Sem falar nos mais desonestos, que, além de não saberem nada sobre a terra que pre­tendem governar ou para ela legislar, ainda não têm o menor desejo de aprender o assunto.

Sua única preocu­pação é ficar rico o mais rápido possível e gastar vultosas somas de dinheiro (público, é claro) em demonstra­ções de luxo e ostentação.
2) Porque eles sabem que durante a 'ditadura' militar havia projetos para o país, todos eles de longo prazo e em proveito da sociedade como um todo, e não para que os governantes de então fossem aplaudidos em comícios (que, aliás, jamais fizeram) ou ganhassem vantagens indevidas no futuro.
3) Porque eles sabem que os militares, por força da profissão, passam, em média, dois anos em cada região do Brasil, tendo a oportunidade de conhecer profundamente os aspectos peculiares a cada uma delas, dedicando-se a elaborar projetos para o seu desenvolvimento e para a solução dos problemas existentes.

Projetos esses, diga-se de passagem, que os políticos, é lógico, não têm o mínimo interesse em conhecer e implementar.
4) Porque eles sabem que dados estatísticos são uma das ciências militares e, portanto, encarados com seriedade pelas Forças Armadas e não como meio de manipulação para, em manobra tipicamente orwelliana, justificar o injustificável em termos de economia, educação, saúde, segurança, emprego, índice de pobreza, etc.
5) Porque eles sabem que os militares tratam a coisa pública com parcimônia, evitando gastos inúteis e conservando ao máximo o material de trabalho que lhes é destinado, além de não admitirem a negligência ou a malícia no trabalho, mesmo entre seus pares.

E esses políticos perto não suportariam ter os militares como espelho a refletir o seu próprio desperdício e a sua própria incompetência.
6) Porque eles sabem que os militares, ao se dirigirem ao povo, utilizam um tom direto e objetivo, falando com honestidade, sem emprego de palavras difíceis ou de conceitos abstratos para enganá-lo.
7) Porque eles sabem que os militares trabalham duro o tempo todo, embora seu trabalho seja excessivo, perigoso e muitas vezes insalubre, mesmo sabendo que não farão jus a nenhum pagamento adicional, que, de resto, jamais lhes passou pela cabeça pleitear.
8) Porque eles sabem que para os militares tanto faz morar no Rio de Janeiro ou em Picos, em São Paulo ou em Nioaque, em Fortaleza ou em Tabatinga porque seu amor ao Brasil está acima de seus anseios pessoais.
9) Porque eles sabem que os militares levam uma vida austera e cultivam valores completamente apartados dos prazeres contidos nas grandes grifes, nas  mansões de luxo ou nas contas bancárias no exterior, pois têm consciência de que é mais importante viver dignamente com o próprio salário do que nababescamente com o dinheiro público.
10) Porque eles sabem que os militares têm companheiros de farda em todos os cantos do país, aos quais juraram lealdade eterna, razão por que não admitem que       deslize algum lhes retire o respeito mútuo e os envergonhe.
11) Porque eles sabem que, por necessidade inerente à profissão, a atuação dos militares se baseia na confiança mútua, vez que são treinados para a guerra, onde ordens emanadas se cumpridas de forma equivocada podem significar a perda de suas vidas e as de seus companheiros, além da derrota na batalha.
12) Porque eles sabem que, sofrendo constantes transferências, os militares aprendem, desde sempre, que sua família é composta da sua própria e da de seus colegas de farda no local em que estiverem, e que é com esse convívio que também aprendem a amar o povo brasileiro e não apenas os parentes ou aqueles que possam lhes oferecer, em troca, algum tipo de vantagem.
13) Porque eles sabem que os militares jamais poderão entrar na carreira pela 'janela' ou se tornar capitães, coronéis ou generais por algum tipo de apadrinhamento, repudiando fortemente outro critério de ingresso e de ascensão profissional que não seja baseado no mérito e no elevado grau de responsabilidade, enquanto que os maus políticos praticam o nepotismo, o assistencialismo, além de votarem medidas meramente populistas para manterem o povo sob o seu domínio.
14) Porque eles sabem que os militares desenvolvem, ao longo da carreira, um enorme sentimento de verdadeira solidariedade, ajudando-se uns aos outros a suportar as agruras de locais desconhecidos - e muitas vezes inóspitos -, além das saudades dos familiares de sangue, dos amigos de infância e de sua cidade natal.
15) Porque eles sabem que os militares são os únicos a pautar-se pela grandeza do patriotismo e a cultuar, com sinceridade, os símbolos nacionais notadamente a nossa bandeira e o nosso hino, jamais imaginando acrescentar-lhes cores ideológico-partidárias ou adulterar-lhes a forma e o conteúdo.
16) Porque eles sabem que os militares têm orgulho dos heróis nacionais que, com a própria vida, mantiveram íntegra e respeitada a terra brasileira e que esses heróis não foram fabricados a partir de interesses ideológicos, já  que, não dependendo de votos de quem quer que seja, nunca precisaram os militares agarrar-se à imagem romântica de um guerrilheiro ou de um traidor revolucionário para fazer dele um símbolo popular e uma bandeira de campanha.
17) Porque eles sabem que para os militares, o dinheiro é um meio, e não um fim em si mesmo. E que se há anos sua situação financeira vem se degradando por culpa de governos inescrupulosos que fazem do verbo inútil - e não de atos meritórios - o seu instrumento de convencimento a uma população em grande parte ignorante, eles ainda assim não esmorecem e nem se rendem à  corrupção.
 
18) Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos Governos Militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a contaminá-lo  por inteiro.
19) Porque eles  sabem que os militares passam a vida estudando e praticando, no seu dia-a-dia, conhecimentos ligados não apenas às atividades bélicas, mas também ao planejamento, à administração, à economia o que os coloca em um nível de capacidade e competência muito superior ao dos políticos gananciosos e despreparados que há pelo menos 20 anos nos têm governado.
20) Porque eles sabem que os militares são disciplinados e respeitam a hierarquia, ainda que divirjam de seus chefes, pois entendem que eles são responsáveis e dignos de sua confiança e que não se movem por motivos torpes ou por razões mesquinhas.
21) Porque eles sabem que os militares não se deixaram abater pelo massacre constante de acusações contra as Forças Armadas, que fizeram com que uma parcela da sociedade (principalmente a parcela menos esclarecida) acreditasse que eles eram pessoas más, truculentas, que não prezam a democracia, e que, por dá cá aquela palha, estão sempre dispostos a perseguir e a torturar os cidadãos de bem, quando na verdade apenas cumpriram o seu dever, atendendo ao apelo popular para impedir a transformação do Brasil em uma ditadura comunista como Cuba ou a antiga União Soviética, perigo esse que já volta a rondar o país.
22) Porque eles sabem que os militares cassaram muitos dos que hoje estão envolvidos não apenas em maracutaias escabrosas como também em um golpe de Estado espertamente camuflado de 'democracia' (o que vem enfim revelar e legitimar, definitivamente, o motivo de suas cassações), não interessando ao governo que a sociedade perceba a verdadeira índole desses guerrilheiros-políticos aproveitadores, que não têm o menor respeito pelo povo brasileiro.

Eles sabem que a comparação entre estes últimos e os governantes militares iria revelar ao povo a enorme diferença entre quem trabalha pelo país e quem trabalha para si próprio.
23) Porque eles sabem que os militares não se dobraram à mesquinha ação da distorção de fatos que há mais de vinte anos os maus brasileiros impuseram à sociedade, com a clara intenção de inculcar-lhe a idéia de que os guerrilheiros de ontem (hoje corruptos e ladrões do dinheiro público) lutavam pela 'democracia', quando agora já está mais do que evidente que o desejo por eles perseguido há anos sempre foi - e continua sendo - o de implantar no país um regime totalitário, uma ditadura mil vezes pior do que aquela que eles afirmam ter combatido.
24) Porque eles sabem que os militares em nada mudaram sua rotina profissional, apesar do sistemático desprezo com que a esquerda sempre enxergou a inegável competência dos governos da 'ditadura', graças aos quais o país se desenvolveu a taxas nunca mais praticadas, promovendo a melhoria da infra-estrutura, a segurança, o pleno emprego, fazendo, enfim, com que o país se destacasse como uma das mais potentes economias do mundo, mas que ultimamente vem decaindo a olhos vistos.
25) Porque eles sabem que os militares se mantêm honrados ao longo de toda a sua trajetória profissional, enquanto agora nos deparamos com a descoberta da verdadeira face de muitos dos que se queixavam de terem sido cassados e torturados, mas que aí estão, mostrando o seu caráter abjeto e seus  pendores nada democráticos.
26) Porque eles sabem que os militares representam o que há de melhor em termos de conduta profissional, sendo de se destacar a discrição mantida mesmo frente aos atuais escândalos, o que comprova que, longe de terem tendências para golpes, só interferem - como em 1964 - quando o povo assim o exige.
27) Porque eles sabem que os militares, com seus conhecimentos e dedicação ao Brasil, assim como Forças Armadas bem equipadas e treinadas são um estorvo para    quem deseja implantar um regime totalitarista entre nós, para tanto se valendo de laços ilegítimos com ditaduras comunistas como as de Cuba e de outros países, cujos povos vêem sua identidade nacional se perder de forma praticamente irrevogável, seu poder aquisitivo reduzir-se aos mais baixos patamares e sua liberdade ser impiedosamente comprometida.
28) Porque eles sabem que os militares conhecem perfeitamente as causas de nossos  problemas e não as colocam no FMI, nos EUA ou em qualquer outro lugar fora daqui, mas na incompetência, no proselitismo e na desonestidade de nossos governantes e políticos profissionais.
29) Porque eles sabem que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo, o governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer momento, pudessem   provocar o chamamento popular da única instituição capaz de colocar o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da competência, da segurança e do desenvolvimento.
30) Porque eles sabem, enfim, que todo o mal que se atribui aos militares e às Forças Armadas - por maiores que sejam seus defeitos e limitações – não tem  respaldo na Verdade histórica que um dia há de aflorar.
Abraços a todos da família militar

Juíza Dra. Marli Nogueira,
Justiça do Trabalho em Brasília.








diHITT - Notícias

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O Nilber está vivo!

Ana Cristina
 OLÁ, AMIGO (A)


COMO VOCÊS SABEM, RESPONDO PELA ASSESSORIA DE IMPRENSA DA PREFEITURA DE MESQUITA. NO PRÓXIMO SEMESTRE, O PREFEITO ARTUR MESSIAS ESTARÁ INAUGURANDO UMA NOVA CRECHE NA CIDADE, QUE VAI ATENDER CRIANÇAS A PARTIR DE QUATRO MESES ATÉ CINCO ANOS DE IDADE. SUGERI
 AO PREFEITO ARTUR MESSIAS (PT), QUE TAMBÉM É JORNALISTA, QUE COLOCASSE O NOME DO JORNALISTA, NILBER BITTENCOURT, NAQUELA UNIDADE. NILBER MORREU DE LEUCEMIA, AOS 29 ANOS, EM 14 DE DEZEMBRO DE 1997, QUANDO EXERCIA O CARGO DE SUBEDITOR DO JORNAL A NOTÍCIA. ARTUR, QUE TAMBÉM FOI COLEGA DE NILBER, PEDIU QUE FIZESSE UM TEXTO JUSTIFICANDO A MINHA SUGESTÃO. POR ISSO, SE VOCÊ CONCORDA COMIGO, POR GENTILEZA, ME MANDE UM DEPOIMENTO, PEQUENO, DECLARANDO SUA OPINIÃO SOBRE A ESCOLHA DO NOME PARA A CRECHE QUE VAI FUNCIONAR, COM JEITINHO DE ESCOLA. NO FINAL, COLOQUE SUA ATUAL FUNÇÃO.

ENTRE NAMORO E NOIVADO, TIVE UM RELACIONAMENTO COM O NILBER QUE DUROU 11 ANOS. COMO TODO CASAL JOVEM, TÍNHAMOS SONHOS E PLANOS DE VIDA, INTERROMPIDOS PELO DESTINO....O TEMPO PASSOU E HOJE ESTOU CASADA. MINHA SUGESTÃO É UMA MANEIRA QUE ENCONTREI PARA HOMENAGEÁ-LO, EM NOME DE TODOS NÓS, PELO GRANDE PROFISSIONAL QUE ELE FOI.


NILBER ESTAVA NA REDAÇÃO DO JORNAL QUANDO RECEBEU, DE SEU MÉDICO, A NOTÍCIA QUE ESTAVA COM LEUCEMIA AGUDA, QUE PRECISAVA, COM URGÊNCIA, SE INTERNAR. NUM GESTO DE AMOR A PROFISSÃO, TROCOU O DESESPERO PELO PROFISSIONALISMO E DECIDIU CONCLUIR O FECHAMENTO DO JORNAL. SÓ ASSIM, DESPEDIU-SE DE TODOS E FOI PARA O HOSPITAL, ONDE FICOU 24 DIAS, ATÉ SUA MORTE.

Matéria sobre a Creche de Mesquita



 DEPOIMENTOS

David Avelar
David Avelar - Conheci o Nilber através da jornalista Ana Cristina Rocha Carvalho, quando era Coordenador de Comunicação Social da Prefeitura de Nova Iguaçu, em 1985. Eles já namoravam. Todos deram um depoimento escrito sobre o Nilber. Eu posso ir mais longe. Vou postar no YouTube um dos inúmeros momentos que passamos juntos, na maioria das vezes com o Nilber atrás da câmera. Ele foi durante 10 anos, nosso cinegrafista, editor e principalmente um companheiro de todas as horas. Este pequeno documentário filmado em Januária, MG, em 1988, (clique aqui)

retrata bem a amizade que nos unia. Após sua morte em 1997, passaram-se mais de 15 anos sem que tivéssemos coragem de entrar nos arquivos da Ria Som, para ver mais de 300 horas de imagens, onde o ele estava presente como ícone, a nos lembrar de sua alegria, profissionalismo e acima de tudo o amor que ele tinha pelas pessoas, em especial a uma com o qual eu finalizo este documentário. Ataualpa Carvalho, seu futuro cunhado nunca viu estas imagens. Era fã incondicional do Nilber. Devido às nossas crenças espirituais, eu e ele sempre achamos que Nilber sabia do seu tempo neste plano, e de alguma maneira, adiou por 11 anos um amor declarado a cada momento que estava longe. Seu amor pela Aninha. Ao ser questionado veementemente por nós, ele simplesmente dizia; - ainda não está na hora. Sandra, Luiz Antonio Baptista, Renato, Ney Stolano, Dário Trindade, André e Alexandre Zichtl, Sandoval, Mauricio Vasconcelos e mais uma dezena de amigos, que formavam o cast da Ria Som, fizeram um voto de silencio em protesto, indignados com partida prematura deste que foi nosso irmão. Não era raro encontrar a dupla, Luiz Antonio e Nilber, varando a noite em edições no studio, para no outro dia viajar. Luiz Antonio o chamava de Fantasma. Cabelo era outro apelido do Nilber. Numa festa do Patronato ele e os irmãos Zichtl, expulsaram-me do house-mixer e assumiram o comando do som. Eu estava nervoso. D’outra  feita passaram a noite azarando o descanso da equipe, em Januária num Hotel colonial avarandado. Eu com garganta inflamada devido à poeira da viagem, coloquei a 765 em cima do criado mudo e avisei que aquele que invadisse meu quarto ia levar chumbo. Mesmo assim deram nós nas calças do Luiz e  encheram-nas de pasta de dentes. Onde nós íamos Nilber deixava sua marca. Era adorado em Miguel Pereira onde ficávamos hospedados no “Pedacinho do Céu” de propriedade de dois velhos professores de inglês (tenho imagens de lá). A confiança era tanta que nós pegávamos bebida no bar a anotávamos num caderninho. Tenho a certeza que hoje ele espera por nós, para de novo colocarmos o pé na estrada.

Sandra Avelar
Sandra Avelar - O Nilber para mim foi como um filho, um irmão. O Nilber virava as noites no studio da Ria Som, ao lado na nossa casa editando, sozinho, as propagandas e documentários para os eventos. Da janela do nosso quarto, podia vê-lo trabalhando. E foram muitas as vezes que, de madrugada, levava lancha para ele. Ele fazia parte de nossa família. Mesmo com a pouca idade nos dava conselhos.  Levava as nossas filhas para o colégio. Lembro das palavras do Nilber, no tempo em que ele ficou no hospital. - Sandra, não fique preocupada, eu vou sair dessa. E da última vez que nos falamos e disse: - Amanhã almoçarei um fettuccine feito pelo David.





Isabel Avelar
Isabel Avelar: Era o filho que meu pai queria. Ele está vivo na minha lembrança.











Graciete Grace
GRACIETE GRACE - "Muito merecida a homenagem. Assim a gente o eterniza p quem não o conheceu. Pq quem o conheceu não tem como equece-lo. Bj "
            ** Enviado em trânsito **








Luiz Antônio Bapp
LUIZ ANTONIO BAPTISTA - "OI ANA ROCHA. FIQUEI EMOCIONADO AO LER O E-MAIL. TU SABES DA PROXIMIDADE MINHA E DE NILBER NAS VÁRIAS ANDANÇAS DE NOSSAS VIAGENS PELA RIA SOM. QUERIA PARABENIZAR O ARTUR PELA SENSIBILIDADE, QUANTO A VOCÊ DISPENSO COMENTÁRIOS.

VAMOS LÁ:


TIVE O PRIVILÉGIO MUITO DE PERTO DE CONVIVER COM UM BAITA PROFISSIONAL QUE FOI O NILBER.
VIAJAMOS MUITO A TRABALHO EM VÁRIAS EXPOSIÇÕES AGROPECUÁRIAS. DIVIDÍAMOS SEMPRE O MESMO QUARTO, NÃO BRIGÁVAMOS NUNCA
APESAR DA PROXIMIDADE. SABES POR QUÊ: POR CAUSA DO SEU LADO CRIANÇA DE SER - SINCERO, FIEL, PALHAÇO, TRANSPARENTE, HONESTO.
NILBER ME ENSINOU A DUALIDADE ADULTO - INFANTIL. 
QUE A GRANDE CRIANÇA E A CRIANÇA GRANDE COMO O JORNALISTA NILBER POSSA HABITAR EM NOSSOS CORAÇÕE E PRINCIPALMENTE NO CORAÇÃO DO POVO MESQUITENSE.
VIVA AS CRIANÇAS, VIVA O JORNALISTA NILBER BITTENCOURT."




Alexandre Rodrigues
ALEXANDRE RODRIGUES - "Além de um amigo fantástico, Nilber Bittencourt foi um jornalista com um potencial imenso, apaixonado pela profissão, não apenas pelo trabalho em si, mas por seus caminhos e o futuro, parte de uma geração que talvez tenha sido a última a viver o jornal impresso com toda sua glória e importância. Como muitos, naquele dia fatídico testemunhei seu drama e o exemplo de profissionalismo que deu. A escolha de seu nome para a creche é mais do que justa. Alguns precisam de pouco tempo para fazer grandes coisas". 

Alziro Xavier
"Nilber Bittencourt
jornalista de de coração
escrevia com  emoção, grande amigo, companheiro como ele,
acho que não tinha não.
Quantas vezes, em nossas pautas, 
não conseguíamos almoçar ou jantar,
ele se preocupava, apenas, a matéria terminar.
Falava muito do seu carro,
ele ia turbinar,
gostava de mecânica e ia pedir ao Ivan de Oliveira
pra viajar. 
Falava muito do futuro que demorava a chegar,
pois com sua amada Aninha, ele ia se casar.
Sonhava em ter um lar, e de crianças com certeza,
eles iam povoar.
Nilber, um menino sonhador, tinha no peito um coração
tão forte que não precisava de doador, mais tinha no sangue
uma doença malvada que sua vida tirou.
Nada mas justo, de uma lembrança sem fim,
daquele que nos deixou, com  muita saudade
o nome dele gravado numa cheche com flores
e jasmim".

Alziro Xavier

Marcos Hermes
Marcos Hermes - Aninha, querida,

Achei sensacional esta idéia de homenagear nosso querido Nilber! Confesso que fiquei emocionado com a novidade, pois ele era uma grande figura e com certeza ficará feliz demais com isso - de onde ele estiver. 

Conte comigo em qualquer ação relacionada à ele.

Vou escrever o texto e lhe enviar em msg privada.

Aproveito para deixar um abraço aos meus amigos jornalistas aqui copiados. Quem sabe a gente consegue marcar um chopinho para matarmos a saudade e colocarmos o papo em dia? Quando eu for ao Rio avisarei à vcs.

Abraços saudosos,

Marcos Hermes

Claudio Moura
Claudio Moura: Amigo David, tudo bem ? E com a Família ?

Por favor: Gostaria que incluísse na homenagem que a Aninha está fazendo ao Nilber, este meu pequeno depoimento:

Antes de mais nada, parabenizo a brilhante ideia da Aninha ! Ninguém melhor do que ela, para descrever o ser humano e o profissional que foi o nosso querido e eterno amigo Nilber ! Juntos, dentro da nossa profissão, e os amigos David e Sandra Avelar confirmam minhas declarações, vivemos momentos inesquecíveis e mesmo com todas as precariedades e dificuldades da época, realizamos trabalhos que repercutem até o dias de hoje ! Nilber sempre foi sinônimo de lealdade, fidelidade, solidariedade, amizade e sem sombra de dúvidas, um Filho exemplar, um companheiro inigualável, apaixonado por sua alma gêmea claro, a Aninha e também, por sua profissão ! Nossa, quantas saudades Nilber e realmente, fico extremamente emocionado não só pela Homenagem como também, quando surgem as recordações dos bons e velhos tempos que prestávamos os nossos serviços profissionais na Ria-Som, o Nilber, com as filmagens e eu, com entrevistas e apresentações de eventos ! Infelizmente, por vontade de DEUS, Nilber nos deixou ainda na flor da idade mas com certeza, perpetuará para sempre em nossos Corações e em nossas memoráveis e alegres lembranças ! Homenagem mais do que justa e merecida e acredito que o Prefeito de Mesquita, nos dará este presente: Uma Creche com o nome do nosso saudoso e super-amigo Nilber ! !








Anna Carolina Passos
Anna Carolina Passos - Aninha, amore!
Reforço o time que achou essa ideia sensacional! Acredito que toda essa turma que foi copiada no e-mail concorda que o Nilber merece, sim, essa bonita homenagem.
E também concordo com a Vanessa... Tomara que a inauguração seja num finde para que a galera que mora fora do Rio possa vir e se encontrar.
Enfim... mando minha mensagem num e-mail que enviarei a seguir.
Grande beijo... em vc e nos colegas de Jornal de Hoje que estão incluídos nessa mensagem.
Anna Carolina Passos






Cristina Monteiro do Nascimento - Ana Baixa, uma imagem fala mais que mil palavras. Imaginam duas... 
 
OBS: Essa foto foi você que me deu, lembra Baixa?

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Do Almeida - "Um grande gesto desta pequena menina, conheci os dois e muitas vezes dei boas gargalhadas junto com estes. Que esta creche seja o reflexo do que o Nilber representou em vida, muita alegria, inteligência e disposição.Parabéns Nilber e Parabéns Aninha pelo gesto e pela Luz!!!!!Flavio Silva ".
Aninha, parabéns!!! 


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Clébio Luiz
Clébio Luiz de Sousa - Conheci Nilber Bittencourt em 1995, no Jornal de Hoje, Naquela época, ele ainda se formando, já mostrava seu talento com matérias relevantes. Inquieto por natureza, ele não se contentava com as chamadas matérias “água-com-açúcar” e se empenhava em buscar temas que mostrassem, entre outras coisas, as mazelas deste país, destacadamente da Baixada Fluminense. Era jornalista por vocação.
 Lembro-me que ele estava muito feliz quando conseguiu uma vaga no jornal A Notícia. Profissional que amava o que fazia, Nilber não se rendeu à doença e cumpriu seu papel até o dia em que foi se internar para se tratar. Aliás, quando soube que ele estava internado fiquei sem entender nada, pois não aparentava nenhum problema. Mas são desígnios de Deus.
Um dia antes de Nilber morrer, liguei para o hospital e ele me atendeu. Eu perguntei como estava e ele me respondeu: “Companheiro, vou sair dessa e vamos tomar uma cerveja bem gelada para comemorar”. Infelizmente, não deu tempo e a doença ceifou sua vida.
Por várias vezes eu o cumprimentava assim: Nilber Bittencourt...Bitencourt tem medo. Ele entendia o trocadilho e não tinha medo. Nem da doença que o matou.
Como dizia Fernando Pessoa: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”. E Nilber tinha a alma muito grande e talvez seja por isso que Deus o chamou após ele ter cumprido sua missão na Terra.





O cinegrafista e a iluminadora (Nilber e Aninha)

Nós, desbravando os caminho misteriosos da Internet em 1991 (BBS)

Festa lá em casa



sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Malandro Sorridente de Adilson di Mesquita Mesquita, nas paradas.

 Adilson da Silva e Souza, o Adilson di Mesquita, como é conhecido popularmente, compositor e cantor, tendo gravado com Adelzon Alves, é daqueles caras humildes que não venceu na vida como compositor. Mas como eletricista, trabalha comigo há mais de 15 anos. Já reformou as Águas Dançantes de Orlando Orfei, duas vezes, montou diversos trios elétricos na Ria Som e geradores em diversas empresas como na Rio-Veneza e Arco-foods. Quando abriram as inscrições para o São Paulo Exposamba, chamei o Adilson. E fizemos um vídeo de qualidade, (para ver clique aqui) e enviamos para a  promotora do evento, São Paulo ExpoSamba. Resultado: Adilson foi escolhido dentre mais de 80 mil inscrições, em 232º lugar, para participar, em São Paulo, das eliminatórias que já estão acontecendo, nas quais o compositor de “malandro sorridente”, um samba de gafieira, brejeiro, cadenciado, com uma letra impecável, vai defender o seu samba. Agora o drama. Adilson mora com dois de seus cinco filhos, na rua Vênus, em Mesquita. É pobre “de marré, marré”. Sujeito digno e honrado, está fazendo uma “vaquinha" com os amigos para viajar. Porque os responsáveis pela Cultura, dizem que é muito difícil, em cima da hora, conseguir verba. Bem, não há novidade nenhuma nisso. Diversos grupos que foram representar os municípios da Baixada em diversos eventos de âmbito nacional e tiveram os mesmos problemas. Senão vejamos: Grupos de Dança, dos quais minhas filhas faziam parte, nós, pais, tivemos de ir junto para custear a viajem. Voltamos com o primeiro lugar em algumas categorias. Para o Danza América, realizado na Argentina a mesma coisa. Um grupo de teatro luta para ir a São Paulo. Vamos ver se o nosso Adilson de Mesquita tem mais sorte a consegue um mecenas. Ele merece!
No dia 22 de janeiro, no CEU Três Lagos, ele foi, cantou e venceu, passando para o grupo de 1.000 classificados.
Agora, no dia 2 de fevereiro, na casa Tom Brasil,  ficou entre os 40 semifinalistas. para ver clique aqui...
Agora é só esperar para ver no que vai dar... 

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Adilson di Mesquita precisa de votos para ir para a final. Vamos votar! Esse homem humilde, grande compositor, está na filnal do São Paulo Exposamba. Com a AJUDA DOS AMIGOS, angariou fundos para ir em São Paulo e foi escolhido dentre 80.000 inscrições. Passou pelas etapas de, 1000, 200, e 40 selecionados. Agora só precisa de dois cliques seus para ganhar um voto. A votação termina amanhã, segunda 13,  às 18 horas. É de graça e você vai ajudar este nosso amigo, a ir para a Final. Malandro Soridente é o único samba de gafieira, de raiz, na final. Só por isso, por manter a tradição, ele já demonstrou o seu valor. VAMOS VOTAR. CLIQUE ABAIXO E ASSISTA AO VÍDEO.
http://www.votacaoexposamba.com.br/









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Planilha da Classificação (clique em cima)
Apresentação do Samba no G1

Adilson de Mesquita no G1 da Globo

Reforma das Águas Dançantes de Orlando Orfei em 2006 e 2011

Adilson di Mesquita eletricista de primeira.

diHITT - Notícias

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O Circo. Pai de todas as artes.

PARA AQUELES QUE ACHAM QUE O CIRCO VAI ACABAR. O CIRCO NÃO "ACABA". ELE TRANSMUTA, ADAPTA-SE, MODERNIZA-SE. ESTE VÍDEO ESPETACULAR, REÚNE TUDO O QUE EU GOSTO. TANGO, MÚSICA DO BAJOFONDO TANGO CLUB, ACROBACIA, DANÇA, SENSUALIDADE. FOTOGRAFIA. ETC.
MAIS UM VEZ, OBRIGADO ALEXANDRE, O GRANDE.
Com o advento da internet, o circo saiu da lona e toma o e-commerce. Um exemplo típico é o Cirque du Solei.
  Publicado em 38 línguas, tem dezenas de produtos dentro do site, inclusive todos os vídeos, de todos os espetáculos, filmes e seriados. Vale a pena selecionar o idoma português, Brasil, para ver uma entrada fantástica. A viagem pela Boutique é surreal. Alô escolas de samba, times de futebol, vocês podem fazer isso!
TANGO NAS ALTURAS!!!! ESPETACULAR!.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Família e amigos fazem apelo por informações sobre Stefanini Monken

Amigos e familiares da estudante Stefanini de Freitas Monken da Conceição, desaparecida desde sexta-feira (30), realizaram uma manifestação na manhã de ontem, na Praça Dom Pedro. Exibindo faixas e cartazes com o rosto da menina de 18 anos, seus familiares e amigos pediam o apoio da população.

O ato reuniu cerca de 40 pessoas, vestidas de branco. Entre elas, a mãe da estudante, que a viu pouco antes de sair de casa para a escola no dia em que sequer chegou a pegar o ônibus. “Ela estava bem em casa, e animada porque ia começar a trabalhar na segunda-feira. Naquele dia, ia encontrar com ela para resolver últimos detalhes de documentos e abrir a conta-salário”, contou Andréa Freitas.

Irmãos, o namorado e colegas de escola também estiveram presentes, pedindo que qualquer informação fosse encaminhada à 105ª DP, no Retiro, através do telefone 2291-0816, ou pelo Disque Denúncia (0300-253-1177). “É a única coisa que podemos fazer, já que não podemos subir mata adentro procurando por ela. O que mais queremos é encontrá-la viva”, disse Tainara Figueiredo, colega de classe de Stefanini. “O problema é que ainda tem gente que atrapalha e dá informações erradas”, completou Hiokaren da Silva.

Embora agradeça a atuação da Polícia e da Defesa Civil nas buscas, a família apelou para que cessem os boatos. “Agradecemos todo o apoio e as orações, mas há pessoas que passam trotes para a minha casa, dizendo que minha filha foi encontrada morta. Isso não é legal, porque além do impacto emocional, acaba atrapalhando a investigação, pois a Polícia perde tempo checando informações falsas”, declarou Andréa.
Para os familiares, resta apenas dúvida. Segundo contou sua mãe, é improvável que Stefanini tenha fugido de casa. “Somos uma família muito unida, e ela não tem esse perfil. Mas, como se trata de uma adolescente, não podemos descartar nenhuma possibilidade. Não sabemos nem o que pensar”, concluiu.

Stefanini, a Fani, foi vista pela última vez na manhã de sexta-feira, por volta de 6h. Ela saiu de casa, na Estrada da Saudade, em direção à Escola Irmã Cecília Jardim, no mesmo bairro. De uniforme, a estudante de 1,77m, olhos castanhos e aproximadamente 68 quilos, usava também um casaco branco.
Objetos que remetem à adolescente já foram encontrados pela Polícia. Um anel e um brinco foram identificados pelo namorado de Stefanini como pertencentes a ela. Um pincel de maquiagem também foi encontrado, mas descartado como de propriedade da estudante. A investigação segue em sigilo, e, segundo o delegado Marcello Maia, se tornou prioridade.
diHITT - Notícias