Veja Mais
domingo, 16 de março de 2014
Brasil um dos pedágios mais caros do mundo e estradas federais em ruínas
No programa Auto Esporte da Globo deste domingo 16 . Na Suíça, um país rico, os motoristas pagam uma taxa anual do equivalente a R$ 100, que substitui os pedágios. Aqui, pagamos UMA FORTUNA, além de dupla tarifação, já que a antiga TRU - Taxa Rodoviária Única, está embutida no IPVA. Era assim na época dos "anos de chumbo". Não havia pedágios. Podemos dizer que temos um governo ladrão. Podemos dizer que nossa qualidade de vida é uma bosta. Eu meu compadre, há alguns anos, fomos a Ribeirão Preto pela Dutra e entrando em Jacareí, pegamos a Anhanguera. 36 pedágios. E as estradas do Brasil? Não dá para entender como uma estrada que escoa a riqueza do Brasil sejam assim (fotos 2 e 3) ACORDA BRASIL.
Veja Mais
Veja Mais
terça-feira, 4 de março de 2014
A saga de Carl Sagan volta a cartaz
Mais do que cientista,
astrobiólogo, astrônomo, astrofísico, cosmólogo, escritor e divulgador
científico, Carl Sagan foi emissário de Deus na terra. Sua biografia é extensa. https://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Sagan.
Podemos dizer que a
astronomia é dividida em dois tempos: antes de Carl e depois de Carl. Ele,
através de programas de tv, que podem ser vistos no NetFlix, com um sorriso e
uma narrativa pedagógica mas ilustrada por imagens fantásticas do Cosmos, no
inicio da computação gráfica, nos fez sonhar.
Mas a grande obra dele
foi Contato, o filme. A personagem Dr Eleanor Arroway, personagem de Judie
Foster foi seu alter ego. Ateia, fixada por existência de vida em outros
planetas, personificava o sonho de Carl em provar que não estamos sós no
universo. Mas como fazer isso sem ser combatido ou mesmo ridicularizado pelos
acadêmicos ortodoxos.
Através do filme
Contato ele que foi o percussor do projeto SETI,
http://setiathome.ssl.berkeley.edu/ que até hoje busca vida no espaço.
Depois de 2001, odisseia no Espaço, https://pt.wikipedia.org/wiki/2001:_A_Space_Odyssey,
dirigido e produzido por Stanley Kubrick, co-escrito por Kubrick e Arthur C.
Clarke,
Contato é um filme
impecável. Para alegria dos fãs, faltam 6 dias para a estreia da nova série
Cosmos (Uma Odisséia no Espaço). Ver emhttp://universoracionalista.org/bbc-carl-sagan-cosmos/.
Mas foi o filme, finalizado poucos meses antes de sua morte, que eternizou seu
sonho maior. Assistam Contato aqui.

sábado, 22 de fevereiro de 2014
Venezuela pede SOCORRO
Sempre questionei o papel da ONU,
criada em 1945, para proteger o direito internacional, segurança internacional,
desenvolvimento econômico, progresso social, direitos humanos e a realização da
paz mundial. A ONU, que agiu
rapidamente, devolvendo ao povo judeu terras habitadas há milênios, para a
criação do Estado de Israel. Ela só
intervém quando é de interesse dos seus pares ou em países de menor importância
política. Vemos agora a criação de um eixo do mal, nascendo numa América
Latina, que antes tinha a direita no poder, com o pretexto de estar protegendo
o povo das ideologias de esquerda. As ideologias já eram. Mas os covardes que
deveriam governar com a legitimidade democrática, escondem-se novamente atrás
de neo-ideologias, como Nicolás Maduro. A ONU parece ter esquecido qual é sua
missão primordial. Quantas mortes seriam evitadas se ela, com o poder emanado dos 193 países e com
Forças de PAZ, compostas obrigatoriamente por representantes de todos os
países, nem que fosse apenas um diplomata e um veículo de campo, estivessem
presentes em todos os conflitos, ao pedido do povo.
Tivemos quatro décadas de ditadura militar na maioria esmagadora dos países da AL, para evitar o que agora depois de décadas está virando uma realidade. Eu não sei o que é esquerda ou direita nos dias de hoje. Só sei que o povo e que sofre. Temos direito a qualidade de vida. Quanto tempo e vidas perdemos nessas guerras civis. Nunca concordarei que as guerras trazem o progresso. Preferia viver na idade da pedra a ver a humanidade evoluir tecnologicamente continuar cruel, desumana com seus semelhantes.
Tivemos quatro décadas de ditadura militar na maioria esmagadora dos países da AL, para evitar o que agora depois de décadas está virando uma realidade. Eu não sei o que é esquerda ou direita nos dias de hoje. Só sei que o povo e que sofre. Temos direito a qualidade de vida. Quanto tempo e vidas perdemos nessas guerras civis. Nunca concordarei que as guerras trazem o progresso. Preferia viver na idade da pedra a ver a humanidade evoluir tecnologicamente continuar cruel, desumana com seus semelhantes.
Anexo Editorial de Miriam Leitão para a CBN
NA CBN
Brasil tem de apoiar povo venezuelano, não o governo
O compromisso do Brasil é com a sociedade venezuelana, não com o governo. O país e o povo são permanentes, o governo, temporário. O Itamaraty conseguia fazer essa distinção no passado. Outro ponto tradicional da política externa brasileira é a defesa de princípios e valores democráticos. Ele também está previsto no acordo do Mercosul. E foi em nome desse princípio que o governo liderou, junto com a Argentina, a expulsão do Paraguai, quando houve a retirada do presidente eleito.
Com relação à Venezuela, no entanto, o governo brasileiro sempre foi um poço de contradições, sempre tomou o partido do governo contra a oposição. Ela cometeu um erro em 2002, quando tentou um golpe. Mas agora, em 2014, vemos uma série de manifestações por motivos muito justos do ponto de vista econômico e político.
A inflação na Venezuela está alta há muito tempo, acima de 30%. Há desabastecimento de produtos; filas para comprar óleo de cozinha, o que vimos no Brasil nos anos 80. A violência cresceu demais; é o país da América Latina com o maior número de homicídios por 100 mil habitantes. Mesmo o petróleo estando a US$ 100, a Venezuela, grande produtora, está em crise cambial.
Além disso, encurralam as instituições e a oposição e estão tirando o direito dos jornais de comprarem papéis. Há muitos motivos, portanto, para se protestar contra o governo Maduro, que é um desastre do ponto de vista administrativo.
Ontem, o líder das manifestações na Venezuela se entregou, após ter feito um discurso inflamado.
O Brasil tem de torcer para que tudo dê certo. A democracia tem de ser defendida, mas o país negociou com os países do Mercosul e com a própria Venezuela, presidente pro tempore do bloco, uma nota sobre o assunto que foi divulgada pela chancelaria venezuelana. É surreal. Evidentemente, foi uma declaração de apoio ao governo sem mostrar os erros que tem cometido nos atentados à liberdade e à democracia.
Tinha esperança de que a mudança no Ministério das Relações Exteriores brasileiro fosse alterar essa posição, mas o Brasil se comportou como sempre se comporta em relação à Venezuela: apoia o governo, que é passageiro, e não o povo na busca de uma solução pacífica e democrática.
O Brasil tem de torcer para que tudo dê certo. A democracia tem de ser defendida, mas o país negociou com os países do Mercosul e com a própria Venezuela, presidente pro tempore do bloco, uma nota sobre o assunto que foi divulgada pela chancelaria venezuelana. É surreal. Evidentemente, foi uma declaração de apoio ao governo sem mostrar os erros que tem cometido nos atentados à liberdade e à democracia.
Tinha esperança de que a mudança no Ministério das Relações Exteriores brasileiro fosse alterar essa posição, mas o Brasil se comportou como sempre se comporta em relação à Venezuela: apoia o governo, que é passageiro, e não o povo na busca de uma solução pacífica e democrática.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Ajudem a denunciar a violência na Venezuela.
Bom dia amigos. O ser humano só decidiu viver em sociedade porque viu que tinha que compartilhar o o semelhante pedaços de sua vida. Mas desde o inicio percebeu que tinha que perder parte da liberdade para o líderes tanto políticos como religiosos. E assim foi durante milênios. Nasci numa terra onde aquele que plantava batatas dividia parte de sua produção com outro que plantava milho. As comunidades transformaram-se em feudos. Dos feudos em países. Depois de muitas tentativas em acertos e erros, chegou-se a um sistema de governo que, segundo Winston Churchil "de todos é o menos pior. A democracia" falando vulgarmente. pois minha intenção não é ganhar um prêmio de literatura. Mas houve uma classe social que nunca evoluiu proporcionalmente. A classe política. Ela comanda tudo. Nossas vidas. E nós temos o hábito de eleger e esquecer. Coitada da democracia. É jovem. Tem apenas 215 anos. O pior do regime democrático é que, em tese, corrupto na sua essência. Aqui vou dar uma dica. Assistam "House of Cards" no Netflix. Não deveríamos culpar os eleitos, mas nós mesmos que os elegemos. Quando descobrimos que elegemos errado, vamos para as ruas, promovemos guerras, destruímos vidas. Peço aqueles que leram até aqui, que compartilhem e denunciem tudo o que for noticias da Venezuela. Sem dúvida nenhuma há um retrocesso democrático na América Latina. E, se não fizermos nada, vai chegar até nós. Se cometemos erros no nosso trabalhado, SOMOS DEMITIDOS. Porque os políticos, roubam, mentem, às vezes mandam matar e não são afastados e punidos. No caso da Venezuela, O Sr Maduro entrou na aba de um ditador populista. A farsa acabou e o lado maluco veio à tona. O vídeo que compartilho a seguir é uma montagem, mas serve para mostrar quando colocamos nossos interesses políticos na frente da vontade popular. POR FAVOR COMPARTILHEM. Antes que a poesia de Mayakovsky !poeta em russo que nasceu em 19 de Julho de 1893 e faleceu em 14 de Abril de 1930). Sua poesia é tão famosa que foi modificada por diversos personagens da história como Bertold Bretch (1898 - 1956), O pastor alemão Martin Niemöller (1892 - 1984), Eduardo Alves da Costa (Niterói, Rio de Janeiro, 6 de março de 1936. Mas o professor Alain Freixe professor da Sorbone, França, indica Mayakovsky como autor original.
Vejam o que os nossos politicos pensam dos Sr. Nicolás Maduros
http://youtu.be/LZS1OeRIRbk
domingo, 5 de janeiro de 2014
Os limites da violência.
Dois atletas sofrem acidentes. Anderson
Silva e Schumaker. Dois esportes diferentes mas com um componente comum. Todos
os dois violentos. Depois da morte do Airton Senna em Imola. Depois de ver os
laudos técnicos que causaram a morte, deixei de ver Formula 1. Podem me achar
um radical. Mas não admito que uma solda mal feita, seja responsável pela morte
de um ídolo. Ninguém me convence que o Shumaker estava a 20 kms por hora como
querem nos impingir. Já esquiei muito. Já peguei pedras no caminho. Troncos de
árvore e mesmo sem capacete, consegui evitar danos maiores. Um atleta
acostumado com trilhas de esqui, equipado com capacete, nessa velocidade, teria
tempo de se esquivar (o nome já diz tudo) de uma pedra. Mas é a adrenalina do
campeão que falou mais alto. O vicio pela velocidade. A certeza da capacidade,
que fazem o homem buscar seus limites.
No caso de Anderson Silva, nunca
gostei de agressões. Sempre falei que aprendi artes marciais, onde meus
mestres, sempre deixavam bem claro que eu não estava aprendendo para ser violento,
ao contrário, nunca ataquei ninguém e as
pouquíssimas vezes que briguei na minha vida, foi para me defender ou a alguém
que estava comigo. Qualquer esporte onde dois ou mais indivíduos agridam-se, é
violência. O ser humano é hipócrita por natureza: permite que dois homens
enfrentem-se num “octógono”, com milhões em apostas rolando, mas não permite
uma rinha de galos. Permite uma vaquejada, ou rodeio, mas não permite animais
num circo. Dois homens agredindo-se num ringue, é selvageria. Pela própria
natureza do homem e essa agressão ou falta de educação não começa no octógono.
Já começa pela palhaçada da agressão verbal. Pela baixaria na hora que pesar, o
enfretamento acintoso face a face, com a recusa em segurar o cinturão. Pensem
bem! Que exemplo estão dando para os mais jovens. Não acredito que filho de
bandido, bandido vai ser, mas que a televisão e a idolatria a esses homens, vai
gerar um sentimento de impunidade, em alguns que já tem propensão à violência,
isso com certeza vai. Só para ilustrar, lembro quando a série “Rambo” chegou
aos cinemas. Três cinemas foram depredados. E era um filme! A violência dentro
das arenas de futebol não é só gerada pelo amor ao time, é um sentimento de
selvageria. Os black-blocs escondem-se entre multidões de pessoas pacíficas. Um
golpe como o que quebrou a perna do Anderson não é um golpe técnico. É uma
agressão! Se é uma agressão é um atentado à paz. Seja num octógono ou num
ataque em Fallouja. O que muda é o
cenário e a intensidade e obviamente, entre guerra e esporte. Mas será que
podemos chamar de esporte?
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Portugal vive um dilema. Dispensar os médicos estrangeiros, ou renovar os contratos.
Por: David Avelar
Bons tempos em que conhecíamos
todos os profissionais que nos atendiam no dia a dia na saúde e na doença. O
padeiro que sabia exatamente o pão certo de cada dia. O sapateiro, o alfaiate,
o açougueiro, o leiteiro que deixava a garrafa de leite na porta. Eu tinha um
médico, Dr Tibério, amigo de meu avô, que me curou de diversas doenças, como
bronquite, alucinações noturnas, etc.
Durante os 13 anos que vivi em minha terra, antes de vir para o Brasil, ele
tratou de mim. O gerente do meu banco era o gerente de meu avô, de meu tio. Sr
Heitor Costa.
Concordo com diversos jornalistas
que estão vendo mais longe e como está acontecendo em Portugal, estão vislumbrando
o momento em que acabar o contrato com médicos que, inevitavelmente, vão criar
um vinculo familiar com a comunidade. Isto é o que está acontecendo em Portugal
com médicos de uma série de países que estão trabalhando no interior, onde são
amados pela população, que não quer que eles saiam da comunidade. Lembram-se da
história dos dentistas em Portugal? Não era pela competência técnica que os
profissionais portugueses reclamavam e sim pelo carinho que os brasileiros
dispensavam aos pacientes portugueses. É assim com a maioria dos profissionais
latinos que vão prestar serviços em outros países. Encontrei muitos médicos
brasileiros nos Estados Unidos, mais precisamente em Massachusetts, onde
morava. Todos eram respeitados. Alguns já enraizados com a cultura local escondiam
suas origens, não por vergonha só mas por serem criticados por colegas, quando
começaram a tratar os seus pacientes com o amor de que todos nós precisamos
quando vamos a uma casa de saúde. Pergunto: alguém vai ao hospital por diversão?
Claro que não. Ou vamos, porque estamos doentes, ou por que suspeitamos que
estamos doentes , ou vamos visitar alguém que está hospitalizado. Nos três
casos o mínimo que esperamos é sermos tratados com respeito e com carinho.
Pois bem. O jornalista Fernando
Brito, no Blog “Tijolaço” http://tijolaco.com.br/ publica matéria sobre este dilema que está vivendo
Portugal.
- Se o caro amigo internauta fizer uma pesquisa rápida no Google
verá que o que pode acontecer aqui no Brasil , no futuro, com os médicos
cubanos que o Governo Federal está trazendo para atuar em municípios
onde não há profissionais brasileiros dispostos a atuar.
Os problemas não são de incapacidade profissional ou de dificuldade de comunicação.
São que os contratos firmados pelo governo português estão acabando e alguns deles terão de ir embora, para desespero das populações e dos prefeitos do Alentejo, do Algarve e do Ribatejo, regiões pobres que estão ameaçadas de ficarem, outra vez, sem médicos.
O portal SulInformação noticia:
Até o presidente da Ordem dos Médicos de Portugal, apesar da cantilena de que os médicos estrangeiros são “superiores” em qualidade profissional, reconhece:
Agora, para quem quiser se aprofundar mais no “choque cultural” representado pelos médicos estrangeiros em Portugal, recomendo a leitura de um trabalho de duas sociólogas e uma psicóloga na Revista Iberoamericana de Salud y Ciudadanía, coordenada pela Universidade do Porto.
Ali, são ouvidos médicos cubanos, espanhóis e colombianos que foram trabalhar em Portugal e que falaram sobre essa experiência.
Talvez tenhamos alguma coisa a aprender por aqui, não é?
São que os contratos firmados pelo governo português estão acabando e alguns deles terão de ir embora, para desespero das populações e dos prefeitos do Alentejo, do Algarve e do Ribatejo, regiões pobres que estão ameaçadas de ficarem, outra vez, sem médicos.
O portal SulInformação noticia:
Os cinco médicos cubanos que
prestavam serviço de consultas no concelho de Odemira terminaram os seus
contratos e regressaram ao seu país, deixando mais de 14 mil utentes
sem médico de família.
Esta situação, segundo denuncia, em
comunicado, a Câmara Municipal de Odemira, «está a provocar a rotura dos
serviços médicos em Odemira, S. Teotónio, Sabóia e Vila Nova de
Milfontes e o descontentamento da população e da autarquia, que têm
vindo a expressar o seu descontentamento junto dos responsáveis locais,
regionais e governamentais sem qualquer sucesso».
A autarquia sublinha, no comunicado a
que oSul Informação teve acesso, que no litoral Alentejano prestavam
serviço 16 médicos cubanos, cinco dos quais no concelho de Odemira e não
foram substituídos, isto apesar de há alguns meses os autarcas terem
sido alertados pela direção do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do
Litoral Alentejano para a necessidade de garantir a substituição dos
médicos cubanos que terminavam contrato no final do ano de 2011.
As prefeituras são as maiores defensoras do trabalho dos profissionais cubanos, pelos trabalhos pró-ativos de saúde pública que realizam.Até o presidente da Ordem dos Médicos de Portugal, apesar da cantilena de que os médicos estrangeiros são “superiores” em qualidade profissional, reconhece:
“Naturalmente os cidadãos que
receberam os médicos estrangeiros ficaram satisfeitos. Porque até aí não
tinham médico e passaram a ter. Não com as competências adequadas e
desejáveis, mas passaram a ter um médico”
Pois é, né, doutor…Agora, para quem quiser se aprofundar mais no “choque cultural” representado pelos médicos estrangeiros em Portugal, recomendo a leitura de um trabalho de duas sociólogas e uma psicóloga na Revista Iberoamericana de Salud y Ciudadanía, coordenada pela Universidade do Porto.
Ali, são ouvidos médicos cubanos, espanhóis e colombianos que foram trabalhar em Portugal e que falaram sobre essa experiência.
Talvez tenhamos alguma coisa a aprender por aqui, não é?
domingo, 2 de junho de 2013
Tragédia do Gran Circus Norte-Americano
Estão usando tanta lona para cobertura de estádios misturada com fogos de artifício que vale lembrar,
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Gran Circus Norte-Americano estreou em Niterói no dia 15 de dezembro de 1961. Os anúncios diziam que era o maior e mais completo circo da América Latina – tinha cerca de sessenta artistas, vinte empregados e 150 animais. O dono do circo, Danilo Stevanovich, havia comprado uma lona nova, que pesava seis toneladas e seria de náilon - detalhe que fazia parte da propaganda do circo. O Norte-Americano chegou a Niterói uma semana antes da estreia e instalou-se na Praça Expedicionário, no centro da cidade1 .
Índice
A montagem do circo demandava tempo e muita mão-de-obra. Danilo contratou perto de cinquenta trabalhadores avulsos para a montagem. Um deles, Adílson Marcelino Alves, o Dequinha, tinha antecedentes por furto e apresentava problemas mentais. Ele trabalhou dois dias e foi demitido por Danilo Stevanovich. Dequinha ficou inconformado e passou a ficar rondando as imediações do circo.
No dia da estreia, 15 de dezembro de 1961, o circo estava tão cheio que Danilo Stevanovich mandou suspender a venda de ingressos, para frustração de muitos. Nessa noite, Dequinha tentou entrar no circo sem pagar, mas foi visto e impedido pelo tratador de elefantes Edmílson Juvêncio.
No dia seguinte, 16 de dezembro, um sábado, Dequinha continuava a perambular pelo circo e começou a provocar o funcionário Maciel Felizardo, que era constantemente acusado de ser o culpado da demissão de Dequinha. Seguiu-se uma discussão e Felizardo agrediu o ex-funcionário, que reagiu e jurou vingança.
Na tarde de 17 de dezembro de 1961, Dequinha se reuniu com José dos Santos, o Pardal, e Walter Rosa dos Santos, o Bigode, com o plano de colocar fogo no circo. Eles se encontraram num local denominado Ponto de Cem Réis, na divisa do bairro Fonseca com o centro, e decidiram botar em prática o plano de vingança. Um dos comparsas de Dequinha, responsável pela compra da gasolina, advertiu o chefe da lotação esgotada do circo e iminente risco de mortes. Porém, Dequinha estava irredutível: queria vingança e dizia que Stevanovich tinha uma grande dívida com ele.
Com 3000 pessoas na plateia, faltavam vinte minutos para o espetáculo acabar, quando uma trapezista percebeu o incêndio. Em pouco mais de cinco minutos, o circo foi completamente devorado pelas chamas. 372 pessoas morreram na hora e, aos poucos, vários feridos morriam, chegando a mais de 500 o número de mortes, das quais 70% eram crianças. A lona, que chegou a ser anunciada como sendo de náilon, era, na verdade, feita de tecido de algodão revestido de parafina, um material altamente inflamável.2
Com base no depoimento de funcionários do circo que acompanharam as ameaças de Dequinha, ele foi preso em 22 de dezembro de 1961. Os cúmplices Bigode e Pardal também foram presos.
Em 24 de outubro de 1962, Dequinha foi condenado a dezesseis anos de prisão e a mais seis anos de internação em manicômio judiciário, como medida de segurança. Em 1973, menos de um mês depois de fugir da prisão, ele foi assassinado. Bigode, por sua vez, recebeu dezesseis anos de condenação e mais um ano em colônia agrícola. Finalmente, Pardal foi condenado a quatorze anos de prisão e mais dois anos em colônia agrícola.
Televisão
A história do incêndio do Gran Circus Norte-Americano foi retratada no programa Linha Direta, da Rede Globo, exibido no dia 29 de junho de 2006, sob o nome de Linha Direta Justiça. O dono do circo, Danilo Stevanovich, foi vivido pelo ator Dalton Vigh.
Livro
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Gran Circus Norte-Americano estreou em Niterói no dia 15 de dezembro de 1961. Os anúncios diziam que era o maior e mais completo circo da América Latina – tinha cerca de sessenta artistas, vinte empregados e 150 animais. O dono do circo, Danilo Stevanovich, havia comprado uma lona nova, que pesava seis toneladas e seria de náilon - detalhe que fazia parte da propaganda do circo. O Norte-Americano chegou a Niterói uma semana antes da estreia e instalou-se na Praça Expedicionário, no centro da cidade1 .
Índice
A montagem do circo demandava tempo e muita mão-de-obra. Danilo contratou perto de cinquenta trabalhadores avulsos para a montagem. Um deles, Adílson Marcelino Alves, o Dequinha, tinha antecedentes por furto e apresentava problemas mentais. Ele trabalhou dois dias e foi demitido por Danilo Stevanovich. Dequinha ficou inconformado e passou a ficar rondando as imediações do circo.
No dia da estreia, 15 de dezembro de 1961, o circo estava tão cheio que Danilo Stevanovich mandou suspender a venda de ingressos, para frustração de muitos. Nessa noite, Dequinha tentou entrar no circo sem pagar, mas foi visto e impedido pelo tratador de elefantes Edmílson Juvêncio.
No dia seguinte, 16 de dezembro, um sábado, Dequinha continuava a perambular pelo circo e começou a provocar o funcionário Maciel Felizardo, que era constantemente acusado de ser o culpado da demissão de Dequinha. Seguiu-se uma discussão e Felizardo agrediu o ex-funcionário, que reagiu e jurou vingança.
Na tarde de 17 de dezembro de 1961, Dequinha se reuniu com José dos Santos, o Pardal, e Walter Rosa dos Santos, o Bigode, com o plano de colocar fogo no circo. Eles se encontraram num local denominado Ponto de Cem Réis, na divisa do bairro Fonseca com o centro, e decidiram botar em prática o plano de vingança. Um dos comparsas de Dequinha, responsável pela compra da gasolina, advertiu o chefe da lotação esgotada do circo e iminente risco de mortes. Porém, Dequinha estava irredutível: queria vingança e dizia que Stevanovich tinha uma grande dívida com ele.
Com 3000 pessoas na plateia, faltavam vinte minutos para o espetáculo acabar, quando uma trapezista percebeu o incêndio. Em pouco mais de cinco minutos, o circo foi completamente devorado pelas chamas. 372 pessoas morreram na hora e, aos poucos, vários feridos morriam, chegando a mais de 500 o número de mortes, das quais 70% eram crianças. A lona, que chegou a ser anunciada como sendo de náilon, era, na verdade, feita de tecido de algodão revestido de parafina, um material altamente inflamável.2
Com base no depoimento de funcionários do circo que acompanharam as ameaças de Dequinha, ele foi preso em 22 de dezembro de 1961. Os cúmplices Bigode e Pardal também foram presos.
Em 24 de outubro de 1962, Dequinha foi condenado a dezesseis anos de prisão e a mais seis anos de internação em manicômio judiciário, como medida de segurança. Em 1973, menos de um mês depois de fugir da prisão, ele foi assassinado. Bigode, por sua vez, recebeu dezesseis anos de condenação e mais um ano em colônia agrícola. Finalmente, Pardal foi condenado a quatorze anos de prisão e mais dois anos em colônia agrícola.
Televisão
A história do incêndio do Gran Circus Norte-Americano foi retratada no programa Linha Direta, da Rede Globo, exibido no dia 29 de junho de 2006, sob o nome de Linha Direta Justiça. O dono do circo, Danilo Stevanovich, foi vivido pelo ator Dalton Vigh.
Livro
A tragédia foi também assunto de livro, do jornalista Mauro Ventura, a partir de pesquisa desenvolvida pelo autor. A pesquisa durou dois anos, nos quais foram entrevistados sobreviventes e pessoas que de alguma forma se envolveram com o fato, incluindo o cirurgião plástico Ivo Pitanguy, que chegou a atender vítimas da tragédia, além do Profeta Gentileza. A obra aponta controvérsias como o número de mortes e as causas do incêndio3 .
Ver também
Ver também
Profeta Gentileza, profeta que viveu por quatro anos no local onde o circo foi destruído e a partir daí começou sua missão.
Referências
Referências
- Da alegria ao terror, a tragédia do Gran Circus Portal Terra - acessado em 16 de dezembro de 2011
- Frankfurter RundschauVentura, Mauro: "O espetáculo mais triste da Terra: o incêndio do Gran Circo Norte-Americano" - São Paulo: Companhia das Letras, 2011. ISBN 978-85-359-1991-2
Ligações externas Trabalho de Paulo Knauss para a Revista Brasileira de História, em 2007
- Frankfurter RundschauVentura, Mauro: "O espetáculo mais triste da Terra: o incêndio do Gran Circo Norte-Americano" - São Paulo: Companhia das Letras, 2011. ISBN 978-85-359-1991-2
Ligações externas Trabalho de Paulo Knauss para a Revista Brasileira de História, em 2007
quarta-feira, 29 de maio de 2013
258 FILMES PARA ASSISTIR À HORA QUE QUISEREM.
Enviado por Francisco Medeiros
Uma dica: Quem tiver Tv moderna com entradas HDMI ou Vga, pode assistir na tela grande. Lembrando que tem conectar os canais de som.
DIVIRTA-SE!
Mais filmes de graça.
VEJAM QUE ESPETÁCULO!!!... SÃO 258 FILMES COMPLETOS À VOSSA DISPOSIÇÃO,PARA ASSISTIREM À HORA QUE QUISEREM.
INTERNET É ISSO AÍ!!!...
UM ABRAÇO
Clique no título do filme e assista-o Online.
Assinar:
Postagens (Atom)


.jpg)


