sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O Cometa Elenin se alinhou, e o mundo continua girando

O dia do alinhamento do cometa Elenin passou e estamos a salvo. O cometa conhecido como Elenin (cujo nome oficial é C/2010 X1) chegou precedido de previsões sombrias: uma onda de rumores científicos (apesar da contradição) anunciou que quando o cometa se alinhasse com a Terra e o Sol, aconteceria uma série de catástrofes naturais de dimensões incalculáveis: tsunamis, terremotos, inversão magnética dos polos, morte e destruição. Os defensores dessas teorias apocalípticas, encabeçados pelo cientista Mensur Omerbashib, se baseavam em uma hipótese conhecida como o "fenômeno de ampliação da ressonância", segundo a qual os cometas, ao se alinharem como neste caso, adquirem um caráter destrutivo incontrolável. Esta ideia surgiu porque nas datas em que o Elenin esteve alinhado com o Sol e a Terra, aconteceram os terremotos no Chile e no Japão (27 de fevereiro de 2010 e 11 de março deste ano, respectivamente). Como em 27 de setembro o cometa infame estaria muito mais perto de nosso planeta do que naquelas ocasiões, os agourentos previram um efeito ainda pior. Como se isto fosse pouco, houve quem desenvolvesse complexos sistemas de leitura que vinculava a passagem do cometa com profecias maias. A verdade é que hoje é dia 28 de setembro e nada aconteceu. A NASA explicou, através de uma declaração, que o Elenin é muito pequeno ( 3,5 quilômetros de diâmetro) para nos prejudicar, já que é impossível que altere a órbita da Terra ou que remova placas tectônicas.
Embora o anúncio da NASA tenha trazido tranquilidade na véspera, a verdade é que nem a própria ciência conhece de fato o futuro... Por isso, e para não gerar temores infundados, é que publicamos esta notícia hoje, o "dia seguinte".


ARTIGO RELACIONADO

History Channel

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

É para pensar!


Winston Churchil
  • "A democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos".
- Democracy is the worst form of government except from all those other forms that have been tried from time to time
- Em discurso na Casa dos Comuns, em 11 de Novembro, 1947

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Brasil, ame-o e mude-o


Na época da ditadura (64 a 85), havia uma frase corrente “Brasil, ame-o ou deixe-o”. Agora que vivemos uma democracia, a frase seria “Brasil, ame-o e mude-o” Pode parecer uma frase estranha, mas é assim mesmo. Nós temos obrigação de mudar os erros cometidos pelos governos e reclamar daqueles que não seguem as regras, que resultam em qualidade de vida do nosso povo. Antes haviam as ideologias, derrubadas com o muro de Berlim. Agora o que importa é tenhamos uma qualidade de vida, equinânime, em nossa sociedade sob a égide da social democracia. Não podemos ser a quinta economia do mundo e nós, povo, é que pagamos a conta. Nós, povo, é que arcamos com o ônus. E nada de bônus. E como esse bônus chegaria até nós. No preço da gasolina que é uma das mais caras do mundo, perto de dois dólares o litro, e com uma péssima qualidade. Sessenta octanas, medida que determina o poder de explosão, só é utilizada nos países mais pobres do mundo. Quando vendemos essa mesma gasolina, a preço de banana, para a Argentina e pior, para a Bolívia em troca do reles gás, ela sai com uma qualidade excepcional, atendendo à especificações daqueles países, que não são bobos, ou não fazem o seu povo de bobo. Somos um dos maiores países do mundo, em agronegócios. Nossos laticínios são ruins e caríssimos. Nosso suco de laranja, que nos EUA é conhecido como “Tropicana, oranje juice from Brazil”, é vendido a dois reais o litro. Aqui pagamos 4 reais, o litro. Um detalhe, vendidos aos galões, para ficar mais barato. A energia elétrica é uma piada. Já escrevi sobre isso no meu blog e vou “linkar” para a matéria. Clique aqui.
Mas o que me leva a escrever esta matéria é a minha indignação com a mentira. Há alguns meses, saiu na grande imprensa uma chamada para a redução do preço dos seguros dos veículos devido à diminuição dos furtos e das fraudes etc, etc.
O ano passado comprei um Corsa Max zero, ao preço de R$ 34.000,00, pagos a perder de vista. Imediatamente, antes de tirar o carro da concessionária, fiz um seguro na Associação dos Mantenedores Beneficiários da Petros - AMBEP. A corretora (Cristina) foi muito simpática e depois de tudo acertado, vantagens, chegou a um preço de 4 prestações de 494,00 (1.900 reais). Meu pai só teve um emprego na vida. Funcionário da Petrobrás - REDUC – Refinaria Duque de Caxias, de operador a supervisor. Sempre, orientou-me, até falecer há 3 anos, para os benefícios dos planos de seguros da AMBEP. Digo que sempre fui fiel, pois realmente o preço deles era o melhor. Pois bem, Hoje recebi um telefonema de um operador sugerindo que renovasse o meu seguro. Para resumir depois de todas as trocas de informações,  informando-me dos benefícios, chegou ao ponto crucial. Um carro que custou 34.000 reais, agora, avaliado em 29.000 reais. Um carro que nunca bateu. Num Estado (Rio de Janeiro) que, segunda a mídia, teve os custos dos seus seguros reduzidos, vai-me custar a bagatela de 4 prestações de 540 reais. Acho que é isso, pois na hora fiquei revoltado e respondi ao operador: - Estou sendo punido, porque não bati com o carro, estou sendo punido, por não ter armado um furto fictício, para poder pegar o valor integral do carro e estou sendo punido por ser fiel à AMBEP. Mas esta instituição não é, com certeza, aquela que meu pai respeitava. Ele um homem justo com um currículo impecável. Ganhador de diversos prêmios de produtividade, Oswaldo Fernando Cordeiro Goulart, que escolheu, como eu, este pais, maravilhoso, para viver e constituir família, certamente está revoltado, onde quer que ele se encontre. Termino este artigo,  dizendo duas frases que aprendi, quando morava nos EUA. Primeiro, “façam sua parte”. Segundo, “mandem cartas”. É isso que estou fazendo. Temos que mudar esse nossos empregados que não respeitam os patrões nem uma empresa chamada Brasil, para nós, nossos filhos e nossos netos, vivam num país socialmente justo.
Em tempo: Vocês sabiam que sediamos o Jogos Olímpicos Militares. Sabiam que seis dos famosos pianistas vivos do Brasil, Wagner Tiso, Arthur Moreira Lima, João Carlos de Assis Brasil, Nelson Ayres, Amilton Godoy e Antonio Adolfo, reuniram-se sob a regência de Wagner Tiso e tocaram o Hino Nacional Brasileiro a 12 mãos.  Que demos um show na abertura, com uma técnica excepcional e original. Pois é. Aconteceu!! Agora para ver só no Youtube, porque a tvs (exceto a TV Brasil) dos canais abertos estão muito ocpudas em faturar,  até com horários vendidos a instituições suspeitas e  levar cultura inútil ao povo.
Vamos ver o vídeo da apresentação. Graças ao Youtube. Agradecimentos ao grande AlBastoss. Grande brasileiro.


domingo, 29 de maio de 2011

1 DE JUNHO PARALIZAÇÃO NACIONAL CONTRA O COMBUSTÍVEL NO BRASIL Façam sua parte. Eu estou fazendo a minha.

De repente do lugar mais remoto, o anel de países do sul e oriente do mediterrâneo, um movimento pela Internet, abala 6 ditaduras. Faz cair governos. Esta capacidade era monópólio da imprensa como no caso WaterGate ou da Casa da Dinda, bem pertinho de nós. Agora o povo assumia as redes sociais para denunciar, O povo brasileiro está aprendendo. Recebi este manifesto esta semana. Sinto-me no de derver de divulgar. Aos que expoliam o povo achando que o Brasil é dêles. que tomem cuidado. Seus dias estão contados. Vai chegar ao dia que vamos eleger e cobrar dêles os bônus dos sócios do Brasil. o povo, que deu seu sangue e trabalho para o Brasil chegar onde está. Temos direito a produtos baratos. Temos direito a qualidade de vida.
Abaixo o Manifesto:

FAÇA SUA PARTE COMO BRASILEIRO


NO DIA 1 DE JUNHO DE 2011 NA QUARTA-FEIRA, TODOS OS

BRASILEIROS ESTARÃO FAZENDO UM PROTESTO CONTRA O ABSURDO VALOR DA

GASOLINA, NÓS BRASILEIROS PRECISAMOS NOS JUNTAR E PROTESTAR CONTRA A

PETROBRAS, COMO ELES DIZEM QUE O PETRÓLEO É “NOSSO” ENTÃO VAMOS LUTAR.

O BRASIL NÃO DEPENDE DE AUMENTO DO DÓLAR E NÃO DEPENDE DO

AUMENTO DE BARRIL DE PETRÓLEO, POR QUE O PETRÓLEO É TODO RETIRADO DO

NOSSO PAÍS E AINDA É EXPORTADO, COM ISSO ELES FICAM COM DESCULPA PARA

AUMENTAR A GASOLINA PARA CONTINUAR LUCRANDO TODOS OS ANOS BILHÕES DE

REAIS NAS CUSTAS DO POVO BRASILEIRO ONDE O DINHEIRO SÓ VAI PARAR EM

UMA MEIA DUZIA DE PESSOAS.



FOI FEITO UM ESTUDO ONDE FOI CALCULADO O VALOR DA GASOLINA

QUE É PARA SER NO MÁXIMO R$ 1,80 JÁ CONTANDO COM O ABSURDO IMPOSTO QUE

EXISTE NO BRASIL.



ENTÃO VAMOS LUTAR PELA GASOLINA NO VALOR DE R$ 1,80.



NO DIA 1 DE JUNHO DE 2011 VAMOS BLOQUEAR TODAS AS ESTRADAS ,

RODOVIAS, E AVENIDAS PRINCIPAIS DE TODOS OS ESTADOS E CIDADES

BRASILEIRAS DESLIGANDO OS AUTOMÓVEIS, CAMINHÕES, MOTOS , TÁXI NAS

AVENIDAS, PARA MOSTRAR OS GOVERNANTES QUEM MANDA NO BRASIL SOMOS NÓS

BRASILEIROS, PRECISAMOS DA AJUDA DE TODOS, POR QUE COM A GASOLINA EM

ALTA, VAI AUMENTAR PASSAGEM DE ÔNIBUS, PASSAGEM DE AVIÃO, COMIDA E

ETC.



AQUI EM BRASÍLIA VAMOS FAZER A NOSSA PARTE BLOQUEANDO TODAS

AS RUAS DO PLANO PILOTO E PROTESTAR NO CONGRESSO NACIONAL COM FAIXAS E

ESPERAR UMA RESPOSTA DA NOSSA PRESIDENTA UMA GASOLINA BARATA E JUSTA,

JÁ QUE O PETROBRAS É DO BRASILEIRO. E A PARTIR DE JUNHO SE ESSA

SITUAÇÃO CONTINUAR, NÃO VAMOS MAIS ABASTECER EM NENHUM POSTO DA

PETROBRAS.



POR FAVOR, DIVULGUEM O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL E O MAIOR NÚMERO

DE PESSOAS, ATRAVÉS DE E-MAIL, ORKUT, FACEBOOK, TWITTER, ANUNCIAR NA

TELEVISÃO, VAMOS DIVULGAR O MÁXIMO PARA QUE TODOS OS MILHÕES DE

BRASILEIROS ESTÃO JUNTOS NESTA LUTA.



FAÇA SUA PARTE VOCÊ TAMBÉM E ENVIE PARA TODO MUNDO QUE VOCÊ CONHECE!!!!!

segunda-feira, 14 de março de 2011

domingo, 13 de março de 2011

Mini Fazenda, uma idéia genial que se tornou estressante.

Impressionante como uma idéia tão boa, pode tornar-se tão estressante. Sou jornalista, funcionário público, e relaxava "brincando de Mini fazenda" já que nasci no campo. Pois bem, os erros são tão crassos, que penso que os administradores estão brincando conosco, ou punindo àqueles que não compram seus produtos. Não entendo como dentro de uma rede social consagrada pela opinião pública como o Orkut, exista um produto com tantos "bugs" como a Mini-Fazenda. Primeiro a repetição de erros como, reload da página, e conseqüente perda doas ações dos últimos minutos, postagem de mil anúncios enquanto você faz a colheita. e a saída do modo expansão, quando entram esses anúncios. E tem mais! Você investe numa loja de sucos. Você tem matéria prima para fazer sucos. Mesmo assim o jogo insiste que você não tem e tenta encaminhar você para comprar. Quando você desiste, o sistema libera a produção. Vejo em todos os fóruns, centenas de reclamações. Não posso acreditar que exista má fé. Aos amigos e vizinhos que já se tornaram fãs da mini fazenda, só tem uma saída. Mandem emails, postem mensagens reclamando ou migrem para outros aplicativos, como estou vendo muitos amigos fazê-lo. Como me acho formador de opinião pública, vou postar este email em todos os meus sites de matérias e espero que outros sigam-me, até que os administradores da Mini Fazenda tomem providencias.

sábado, 12 de março de 2011

O Diogo Mainardi tem razão

Existe um maldição para quem vive fora do Brasil por um tempo. Descobre que a nossa qualidade de vida é um droga. Assim aconteceu com o colunista e comentarista do Manhattan Connection, Diogo Mainardi que ora vive em Veneza - "Vocês estão aí no Brasil vivendo num país rico. Quinta econoomia do mundo. Eu estou aqui na Itália. Um país pobre. Décima economia do mundo. Mas todos os dias tomo um bom vinho. Como num bom restaurante. Tenho o padrão de vida que mereco". O Mainard tem razão. Por ter vivido mais tempo fora do Brasil, não posso deixar de fazer comparação. Mas aí vem a direita, ou será esquerda festiva e critica-me, dizendo que não tem que comparar. Tem que comparar sim. Ou não somos um país globalizado. Se somos capitalistas, temos de receber os dividendos do sócio maior que é o governo rico, que não distribui a lucros com os 193 milhões de sócios. Não interessa nada se vai provocar inflação. Eles estão sendo pagos para evitar isso. Se somos um país socialista, mais um motivo para a pátria rica subsidiar educação, saúde, segurança, transporte, impostos baixos. Afinal ela é rica. Vamos lá: Na Europa das crises, as cidades estão se reunindo para dar melhor qualidade de vida ao seu povo. Vide matéria da Globo News sobre o norte da Itália. No Japão arrasado, pede-se ao povo que trabalhe menos e viva mais. Vai dar volta por cima fácil, fácil. Porque o governo não finge que governa e o povo não finge que não vê nada. Precisamos cobrar do sócio majoritário nossa cota nos lucros. Queremos apenas comer melhor, beber melhor, poder andar nos nossos carros sem o remorso de estarmos pagando por uma das gasolinas mais caras do mundo. Vivemos uma mentira. Quem sabe disso é a dona de casa que viu os prêços nos supermercados, quase dobrarem de prêço em dois anos. Que conta é esta. Quais os índices que utilizam para calcular a inflação. O que importa hoje, é a qualidade de vida do povo em todos os sentidos.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Programação Rock in Rio 2011

   -A quarta edição do Rock In Rio no Rio será realizado nos dias 23, 24, 25 e 30 de Setembro e nos dias 1 e 2 de Outubro de 2011.


Apresentações confirmadas até o momento:

Palco Mundo
23 de setembro de 2011 - Dia Pop
Katy Perry
Rihanna
Elton John
Claudia Leitte


24 de setembro de 2011 - Dia Rock
Stone Sour
Red Hot Chili Peppers
Snow Patrol
Capital Inicial
NX Zero


25 de setembro de 2011 - Dia Metal
Metallica
Motorhead
Slipknot
Coheed and Cambria


1 de outubro de 2011 - Dia Rock Alternativo
Skank
Coldplay
Palco Sunset


25 de setembro de 2011 - Dia Metal
Sepultura
Angra


- Além dessas duas atrações, também já foram confirmadas para se apresentar no palco sunset.
Marcelo Camelo
Céu
Arnaldo Antunes e Erasmo Carlos
Cidadão Instigado
Tulipa Ruiz
Tiê e Letieres Leite
Orkestra Rumpilezz

sábado, 8 de janeiro de 2011

Brasil pra inglês ver (e dançar)

Este é o Brasil que amamos que é amado por todo o mundo. Acho que não precisa palavras para definir a emoção.
http://www.youtube.com/watch?v=eky88KYlC4Q

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Tadzia em Veneza, terra do Tadzio

Tadzia Maia, filha de Eduardo, está fazendo uma turnê pela Europa. Passou por Portugal, França e chegou a Veneza. Não há como não imaginar-se dentro do filme "Morte em Veneza" do Visconti. Adaptação do romance de Thomas Mann, o filme retrata um amor homossexual do compositor Gustave Aschenbach(destaque para o brilhante Dirk Bogarde), que viaja a Veneza buscando descanso e termina apixonando-se por Tadzio um jovem que gera uma relação mista de atração e opressão. O que a maioria dos comentaristas não  explica, é que o Carnaval de Veneza, mundialmente famoso, adota uma maquiagem pesada à base de pankake, muito usada pelo cinema lá pelos idos de 1910, no cinema mudo, tem sua origem nas tragédias gregas e era feita à base de banha e cal. E em Veneza, era usado para esconder as pústulas da peste negra que assolou a Europa nesse período (1911).

domingo, 26 de setembro de 2010

Mea culpa

Nos encontramos amanhã às 16 horas.
Com esta frase, terminamos um diágolo pelo Skype, para recomeçar neste sábado com uma hora de atraso. Foi muito bom rever Delvi  e Iara Berger. Já se passaram 22 anos. Na época, 1986, Delvi Berger, dono da EBAM- empresa brasileira de assistência médica, foi candidato a deputado federal pelo PFL. De um ilustre desconhecido, irmão da senadora Eunice Michiles pela Amazônia, este homem nos ensinou, como se faz uma campanha política vitoriosa. Muitos, conhecedores da história diriam; é fácil, com muito dinheiro. Com 30 anos de experiência, já vi políticos gastarem muito mais e não elegerem-se. O que importa é que gastou do seu próprio bolso e não em conchavos, que depois teria de pagar de alguma forma, se eleito fosse. Temos de acabar com essa hipocrisia de achar que o político é eleito pelos belos olhos, pelo carisma pessoa ou porque é “lindinho”. Existem três maneiras de um político se eleger. Um passado com trabalho de base bem feita junto ao seu reduto, um investimento racional dentro do período eleitoral e uma “boca de urna” milionária, mobilizando cabos eleitoral e suas hostes, em todos o pontos possíveis de votação para angariar votos dos indecisos. Em 1986, Delvi reúne homens inteligentes para fazer uma campanha que atingiu 48 municípios dos então 64 que compunham o Estado do Rio de Janeiro. Monta um logística de deslocamento onde consegue promover comícios, conversar com lideranças e participar ativamente da campanha de seus aliados candidatos a deputado estadual. Cria um campanha televisiva que virou um case de marketing político, com uma simples frase padrão apenas trocando os elementos, a essência. Exemplos: Eu sou Botafogo, diz um personagem. Eu sou Vasco, diz outro. Ele vira-se para a câmera e diz; eu sou Delvi. 15 segundos em horário nobre que fixaram a imagem deste homem bonito, carismático, e bem articulado. Com o seu dinheiro. Não teve de colocar dinheiro na cueca, na bolsa, na meia... Pois bem. Queriam mais. Ele um homem de princípios, com intenção de mudar a cara deste pais através da constituinte de 88, principalmente na a área da saúde previdenciária, foi pressionado a aderir a lobbys pré formados, a doar quantias exorbitantes. Disse que não. Pra quê, se já estava eleito segundo pesquisas oficiais como o terceiro candidato mais votado para federal. Conseguiram engrendar um plano e o processaram por abuso do poder econômico. Ele perdeu as eleições e o seu amor pela política que nascia e morria ali. Desiludido, decide ir morar nos Estados Unidos com sua Iara e filhos. Lembro-me da despedida. Era uma liderança que deixava o Brasil. Talvez alguém questione; deveria ter continuado a luta. Uma pessoa apaixonada por um ideal, sabe ver o futuro e se perguntar. Se fizeram isto comigo agora o que de pior farão no futuro. Tivemos alguns exemplos no Brasil. Getúlio Vargas, Jânio Quadros, que, cada um à sua maneira, sentiram o peso da traição.




Trio-elétrico fabricado pela Ria Som
 Ah! Tolos aqueles que criticam homens com ideal. Não sabem reconhecer atitudes impopulares, nada populistas, mas tiraram que o Brasil do fundo poço. No final do governo Sarney, quando uma inflação beirava 40% ao mês, você ia ao supermercado, sem saber se o dinheiro que tinha no bolso era bastante para comprar o que precisava. É eleito um homem que através de um medida radical pára a sangria desatada. Collor de Melo acabou com a SEI – secretaria especial de informática, criada em 1970 e responsável pela política nacional de informática, chama os carros nacionais de carroças e incentiva a indústria automobilística a melhorar seu parque industrial com novas matrizes. E é afastado do governo por impeachment, por uma reforma na sua Casa da Dinda, por um Fiat Elba, doado à primeira dama e por movimentação financeira de fundos de campanha efetuadas por um asssessor. Parecia uma praga. Quase todos os que faziam parte do Congresso que o afastou nos anos subseqüentes, foram envolvidos em escândalos e afastados do poder por corrupção. Agora tudo se nega. Nada se faz. Escândalos atrás de escândalos. Porque não cai o governo. Porque as bases são fortes. O dinheiro que rola é o bastante para calar a maioria dos detentores do poder. E o patriarcalismo do governo com bolsas mil, dirigidas à maioria da população deste Brasil, criam uma “blindagem” impenetrável. Onde estão os cara pintadas. Onde estão as bandeiras tremulantes. São tantas notícias de corrupção que já virou banalidade. Isso é muito mau, porque a cada 2 anos somos obrigados a ir às urnas escolher novos representantes do povo. E nada muda.



Foi muito bom encontrar Delvi depois de 22 anos. Ver uma família feliz com cara de Brasil. O tempo passou e depois nos demos conta que tinha se passado 8 horas de prosa. Mea culpa se falei demais. Mas só o faço com amigos verdadeiros, cultos que tem conteúdo. No mais, calo-me e escuto. Afinal vale a máxima bíblica “Não dê pérolas a porcos” Perdemos um político sério. Delvi Berger. Aprendi muito com ele.   Mas não é a primeira vez, nem será a última. Mesmo com todos os desmandos o Brasil é grande demais para ser atingido. Vamos decolar na história dos países bem sucedidos socialmente. Vai demorar. Talvez com homens como Delvi, Collor e outros, o processo teria sido mais rápido. Mas ainda hoje a história está muito viva e distorcida, pois os personagens que a personificaram ainda está vivos. Com o tempo vai haver uma decantação dos fatos e vamos olhar para trás e não vamos acreditar que vivenciamos tudo isso. Fizemos a nossa parte, procurando melhorar a nossa qualidade de vida. Porque o dinheiro é bom, quando está a serviço do evolução social de um povo.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Chega de impunidade no Futebol. Revisão já!

Campanha contra revisão de faltas no futebol, pela TV. Chega de trambicagem! Primeiro a França, classifica-se com um toque de mão claríssimo.! Vergonha! Agora África do Sul, perde um gol certo quando seu atacante é empurrado. Seguindo o jogo que assisto neste momento vejo o México fazer um gol. É injustiça pura e mau exemplo para os jogadores como Maradona que depois ainda vangloria-se de ter feito um gol com a mão. Sou um especialista em sistemas de vídeo. E digo! Não mais nenhum motivo para que a FIFA não aplique a revisão pela TV. Antigamente havia o argumento que esfriava o jogo ao parar e revisar. Agora não há essa desculpa. Revisa na hora digiltamente e por diversos ângulos. Ou será que existem interesses escusos por detrás das trincheiras da FIFA?? Há "séculos" que o futebol americano usa desse expediente. Podem acusar os americanos de tudo, mas a justiça doméstica funciona até no futebol. Engraçado é que há conivência da imprensa: Não vejo nenhum comentarista reinvidicar a revisão de falta, mesmo sabendo que isso pode definir o futuro de uma seleção que treina quatro anos para participar de uma Copa do Mundo e por um simples "trambique" de um jogador mais esperto, ou mesmo que não tenha a intenção de comenter a falta, está passando um mau exemplo para a gerações futuras e para a beleza do jogo de futebol. Ao relembrar o filme RollerBall, eu tenho um sonho! Que um dia, as diferenças entre nações, sejam resolvidas dentro de um Stadium. UTOPIA? Não! Realidade!!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Matéria do jornal O Dia, sobre Orlando Orfei.

É impressionante o carinho da mídia com Orlando Orfei, no Brasil. A imprensa tem o dever de levar ao leitor retratos da vida. Neste caso, o ocaso de um dos maiores artístas do mundo. Com 89 anos, Orlando Orfei, vive de suas memórias. É riquíssimo em seu mundo de aventuras. Tem um milhão de fãs. Um milhão de amigos. Anônimos, eles logo se lembram do grande domador. É amor à primeira vista, do ponto de vista do passado. Esta semana fomos  brindados com duas matérias do Jornal O Dia. Uma no Jornal O Dia OnLine.
http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/4/memorias_indomaveis_de_orlando_orfei_o_rei_do_circo_77038.html

E a outra, no jornal impresso.


Na reportagem de Janaína Carvalho e fotógrafia de Denise Souza. Duas folhas, contam um pouco da história do nosso mestre. O amor entre ele e sua esposa  Herta Herling. O amor dele  pelos filhos, netos e amigos.
Um grande abraço aos amigos jornalistas de "O Dia". Perelo, Galvão e à editora desta matéria.
Obs: Dá para ler as matérias. É só clicar em cima da foto e usar a lupa para ampliar.  

diHITT - Notícias


sexta-feira, 16 de abril de 2010

E agora! A pergunta que não quer calar. Se um Vulcão na Islândia pára a Europa, o que não fariam os 600 vulcões do mundo?



Lembram que em matéria passada, publiquei entrevista de um cientista brasileiro afirmando que o homem não tinha a capacidade de alterar o clima do mundo. Vamos reler a abertura da matéria “ Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos”.


http://blogdoambientalismo.com/molion-um-cientista-que-nao-se-curva-aos-ambientalistas-radicais/


Na mesma matéria, fiz uma observação sobre o vulcão Krakatoa que em 1883, tinha emitido gazes na atmosfera que deram a volta ao mundo e foram vistos por meus bisavós nos Açores, no meio do Atlântico, pois bem, parecia que estava profetizando o ocorrido esta semana. Na Islândia uma cratera em erupção desde quarta-feira (14) sob a geleira de Eyjafjallajoekull, está cobrindo a Europa de cinzas vulcânicas. A nuvem de cinzas tem de 6 km a 11 km, e contém pequenas partículas de enxofre, sílica e de basalto pulverizadas, Em Londres, os aeroportos de Heathrow, Stansted e Gatwick suspenderam muitos vôos programados. Mais de 4000 vôos em toda o Norte da Europa foram cancelados. As cinzas altamente abrasivas e corrosivas podem danificar motores e fuselagem dos aviões.



Um só vulcão, paralisou a Europa e não foi o Etna, ou Vesúvio na Itália, logo ali. Foi a 6 mil quilômetros ao norte. O fato teria sido apenas mais uma notícia como da explosão do Chaiten, no Chile em janeiro, ou do vulcão da Polinésia, nas ilhotas de Tonga.



A Islândia está localizada em uma região vulcânica ativa na Dorsal Média Atlântica, que começa no Ártico e bifurca-se em baixo dos Açores seguindo para o Mediterrâneo e para o Caribe. Muito bem: A divisão das placas tectônicas no Caribe é que provocaram o terremoto do Haiti. E a divisão de placas no mediterrâneo é que faz a África entrar por debaixo da Europa criando os Alpes. Onde existe divisão de placas existem vulcões. Existem mais de 600 vulcões ativos no planeta. Um caso típico são os Andes. A dorsal Américas começa com a cordilheira andina, onde já estive numa viagem costa a costa, em 1982, sai da Patagônia e vai até a América Central. Depois segue com o nome de Montanhas Rochosas até ao Canadá. Somente nestas cordilheiras, mais de dez vulcões correm risco de erupção. O Chaitén, que entrou em erupção em janeiro, Cotopaxi, o vulcão ativo mais alto do mundo. Osorno é um dos vulcões mais ativos dos Andes do sul do Chile, com 11 erupções históricas registradas entre 1575 e 1869. O Vulcão Ollagüe é um estratovulcão ativo situado na fronteira da Bolívia e Chile. O Nevado del Ruiz é um vulcão nevado, situado na Colombia. O Santa Helena, nos Estados Unidos. O Tupungato que fica localizado na fronteira entre o Chile. Todos já entraram em erupção nas últimas décadas e podem voltar à atividade. O vulcão Yellowstone é considerado um supervulcão, que poderia acabar com a civilização humana tal com a conheçemos hoje, se, com seus 40 kms de caldeira,  entrasse em erupção.

Concluindo com esta análise, quem somos nós, ínfimos perto desses monstros de fogo e cinzas. Repito, o ser humano tem de rever suas atitudes; encontrar maneiras de viver com qualidade de vida, principalmente não degradando a natureza, com desmatamentos, lixo, poluição de reservas hídricas. Mas que o homem é o único responsável pelo aquecimento global é balela de aproveitadores que assim, conseguem se locupletar, como profetas do apocalipse.


diHITT - Notícias


sábado, 3 de abril de 2010

Uma boa dica em Cabo Frio


Para tomar um bom café e ainda navegar na Internet, uma boa dica em Cabo Frio.
diHITT - Notícias

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Genial. Idéia de Rita Lee.

A cantora e ativista Rita Lee teve uma daquelas
idéias brilhantes, dignas do seu gênio criativo.
Reclamando da inutilidade de programas como o Big
Brother, ela sugeriu que se criasse a "Casa dos Políticos".
Vejamos:
Quando Eric Arthur Blair - Motihari-Londres-Inglaterra (1903-1950), jornalista, ensaísta e e romancista, que, sob o pseudônimo de George Orwell, escreveu 1984, não poderia imaginar que a ficção se tornaria realidade. Muitas vezes temos a crença de que a maioria dos escritores de ficção, como Leonardo da Vinci, Julio Verne, George Orwel, previram esses acontecimentos. Na minha opinião, eles tinham uma vocação para imaginar o futuro, ante o desenvolvimento de tecnologias ou mesmo de regimes políticos. No caso de 1984, a trama se passa na Pista No. 1, o nome da Inglaterra sob o regime totalitário do Grande Irmão (no original, Big Brother) e sua ideologia IngSoc (socialismo inglês), e conta a história de Winston Smith, funcionário do Ministério da Verdade, um órgão que cuida da informação pública do governo. Diariamente, os cidadãos devem parar o trabalho por dois minutos e se dedicar a atacar histericamente o traidor foragido Emmanuel Goldstein e, em seguida, adorar a figura do Grande Irmão. Uma das características do enredo é que o Big-brother representado pelo "olho que tudo vê", controla sociedade através de recursos audio-visuais (câmeras com som).
Passamos para o presente. Hoje não damos um espirro sem que estejamos sendo filmados. Não foi surpresa quando uma empresa holandesa chamada ENDEMOL lançou um modelo de programa que é sucesso no mundo chamado Big-Brother. Hoje surpreendo-me com uma idéia brilhante da cantora Rita Lee:
SIC... - Colocar todos os pré-candidatos à presidência
da República trancados em uma casa, debatendo e discutindo seus respectivos
programas de governo.
Sem marqueteiros, sem assessores, sem máscaras e
sem discursos ensaiados.

Toda semana o público vota e elimina um.

No final do programa, o vencedor ganharia o cargo
público máximo do país.

Além de acabar com o enfadonho e repetitivo
horário político, a população conheceria o verdadeiro caráter dos candidatos.

Assim, quem financiaria essa casa seria o repasse de parte do valor
dos telefonemas que a casa receberia e ninguém mais precisará corromper
empreiteiras ou empresas de lixo sob a alegação de cobrir o 'fundo de campanha'.

A idéia não é incrivelmente boa?

Se você também gostou, mande essa mensagem para
os amigos e faça coro pela campanha:

Casa dos Políticos, já !!!

Rita Lee.
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Não é brilhante! Tão espetacular e óbvio como construir presídios com infra-estrutura para que os presos trabalhem em regime forçado, dentro de normas rígidas e humanas. Produzam e gerem renda para pagar os seus gastos e ainda ajudar a sustentar a família. O argumento de que viraria uma industria do crime é balela. Essa indústria já existe hoje nas ruas. E é ela que leva o cidadão, muitas vezes recrutado pelo crime, à prisão.
Garanto que seria um sucesso!


David Avelar

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O Amor ao próximo. Lei universal. Será?

O fato da Arábia Saudita ter emitido um Fatwa (equivalente a encíclica católica ou mesmo a uma medida-provisória) contra o dia dos namorados, não me surpreendeu. A xenofobia anda de mãos dadas com o fundamentalismo religioso. Não sou a favor do capitalismo selvagem, que explora datas como dia das mães, dia dos pais, dia dos namorados. Mas também acredito que as coisas boas devem ser marcadas, comemoradas. Não é de estranhar que o amor à mulher seja colocado em segundo plano. Na verdade o Corão fala de amor 80 vezes, 90% das quais, amor a Alá. O amor entre casais, nunca foi o forte do Islã. A mulher sempre foi relegada a segundo plano, na prática é assim, mesmo que desmintam. E eles são ou estão atrasados 500 anos em relação a cultura ocidental. A mulher na verdade, só conseguiu sua liberdade social, no renascimento e sua liberdade política no século passado, com os movimentos sufragistas no EUA. Como sempre faço, ao ler as notícias hoje manhã, não fiquei surpreso com a notícia. Só um pouco revoltado com a hipocrisia. Os Emirados Árabes também são islâmicos, no entanto, estão investindo em diversões ocidentais. Alguns amigos meus árabes fundamentalistas, já citaram fatos de que ver estrangeiros em terras sagradas do Islã, sem seguir os costumes é uma ofensa. Para eles, o ditado “quando em Roma, faça como os romanos”, é uma regra. Sabendo que é impossível impor todos os costumes da doutrina do Wahhabi, aos estrangeiros que freqüentam a terra Santa, os islâmicos tornaram-se flexíveis. Alguns confessaram que o ideal seria proibir os infiéis de pisar em terras do Islã. Isso é impossível para os negócios, coisa que os árabes sempre foram mestres, séculos antes da criação da doutrina islâmica por Maomé. Mas o amor é divino em qualquer religião. É a primeira manifestação de Deus. O mais puro e o mais forte dos sentimentos. Aquele que pode salvar o mundo do caos. Aquele que representa a Deus contra o mal.

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sábado, 9 de janeiro de 2010

Animais no Circo. Continua a "caça às bruxas".

Vocês tem idéia do que estão fazendo?
Vocês tem uma déia de quantas crianças nunca terão oportunidade de ver um animal a não ser num circo ou em zoológicos fétidos que com a pretensão de exibir esse mesmos animais, cobram entrada como qualquer circo. Coloquem a mão na consciência e pensem o quanto estão sendo desumanos ao classificar os circos como vilões.
Não sou circense. Trabalhei no Circo Orlando Orfei durante 10 anos, de 70 a 80, e nunca vi os animais serem maltratados. Às
vezes ficávamos sem o pagamento semanal, mas os animais recebiam a melhor alimentação. Afinal, além de serem nosso colegas de trabalho, dependiam de nós e quem iria maltratar um investimento de milhões de dólares. Testemunhei a luta para salvar cavalos que tinha seus intestinos obstruídos por enterolitíase. Deslocávamos o diretor do zoológico de São Paulo, e levávamos o animal para tirar radiografias do intestino, no único aparelho no país. Horas a fio andando com o animal na pista, fazendo-o ingerir óleo mineral, rezando para ela não morrer, por que era nosso amigo e porque um número de 10 animais, ficaria desfalcado. Mesmo assim, em contrapartida ninguém fala dos rodeios e vaquejadas que, com o pretexto de levar as tradições sertanejas ao povo, é o verdadeiro Circo Romano. Onde os testículos dos animais são apertados até à dor total, todas as noites, para que eles pulem. A maioria destes animais nunca mais vai procriar. Repito, não sou circense de nascimento. Sou um técnico que supervisionou som, luz, eletricidade, geração de energia e águas dançantes durante uma década. Dentro do circo aprendi a respeitar a diversidade humana, pela sua itinerância. Não se pode acusar uma classe inteira, de maltratar os animais. Isto é uma versão do macarthismo tropical. Isto é Nazismo na sua pior forma. Parabéns. Conseguiram. O Circo Orfei e muitos outros circos suspenderam seus espetáculos. Centenas de famílias ficaram sem emprego. Dezenas de animais, que viviam em circos foram seqüestrados e morreram em instalações do IBAMA e de ONGS inescrupulosas. Mas não são todas senão eu estaria sendo radical. Se eu pudesse nem comeria carne, pois tenho consciência de que, aqueles animais que chegam à minha mesa, na maioria das vezes sofreram ao ser mortos. Os animais para abate, que são vendidos para os países praticantes do Islamismo ou budismo, suas mortes são supervisionadas por imãs ou monges, que perdem perdão. Hipocrisia? Claro que não. Realidade! Nosso mundo de 6,6 bilhões de pessoas, não pode dispensar as proteínas da carne, afinal somos carnívoros. A maioria dos animais que trabalham em circos nem são da fauna brasileira, portanto não ferem leis de proteção à Fauna em extinção. A maioria dos animais que trabalham em circo, nasceram em cativeiro para esse fim. Então vamos acabar com todas as criações de animais para pesquisa, para alimentação, para confeccionar vestuário, etc. Caramba! É tão claro. Tão racional. E tão injusto. Amo o Circo e seus integrantes pela forma simples de viverem e levarem alegria onde a mídia normal nem se atreve a chegar por motivos econômicos. O Circense é um lutador. Faz parte de uma casta de idealistas que come circo, respira circo e vive circo. Tirar os animais do circo, é a mesma coisa que entrar numa casa e tirar seus animais de estimação. Tentem fazê-lo. Circos, rodeios, vaquejadas, burros levando carga, cavalos puxando charretes, zoológicos, ONGS para “proteção” e exibição de animais, tudo é válido, se houver amor pelos animais. Essa História de que os animais tem a viver no seu ambiente natural, teria que ser reavaliada desde que o primeiro animal selvagem optou por ficar perto do Homem. Sim. Porque, uma vez soltos a maioria opta em voltar. O xiitas até chamariam de “síndrome de estocolmo” Só faltava mais essa. Com se dizia na minha terra “vão cavar uma vinha”.

diHITT - Notícias

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Uma mentira que pode trazer mais fome ao mundo!

O meu “irmão mais velho, Amaury”, enviou-me esta entrevista com um cientista brasileiro, que apesar de eu não conhecer, comunga comigo, apesar do meu parco conhecimento, e de não ser especialista na área, sobre as verdadeiras intenções de toda essa campanha para conscientizar o mundo, de que estamos poluindo o mundo com a emissão de CO2. Ora, todos nós aprendemos na escola que o carbono é bom para as plantas e que, junto com a fotossíntese, são alimento para a flora.
O que não foi falado, é que somente a grande explosão do vulcão Krakatoa em 1883, cobriu o planeta com uma nuvem preta de CO2, isso mesmo, CO2, vejam mais detalhes no link abaixo:

Vulcão Krakatoa

Meu avô que nasceu em 1907, já falava sobre isso. O pai dele lembrava “Como uma nuvem preta mudou a coloração do sol”. Isso nos Açores , E onde ficam os Açores? Arquipélago no meio do Atlântico exatamente do outro lado do globo. Naquela época não havia comunicações, mas os portugueses, viajavam por todo o mundo e meses depois chegaram relatos ao porto da Horta, porto seguro onde todos os navios que atravessavam o mar paravam para reabastecer.
É muito bom reavaliarmos o enfoque sobre destruição do planeta. Nossa biosfera merece mais respeito. Mas querer culpar o ser humano pelo aquecimento global é mais uma denúncia político-econômica do que cientifica. Temos centenas de vulcões. Para quem não tem uma idéia qdo que é um vulcão, abaixo alguns sites.

Os vulcões mais impressionantes do mundo

E vejam quantos vulcões entraram em erupção somente nos últimos meses.

Páginas do Google sobre vulcões

Prestem atenção nas palavras do reporter da Band News, a respeito do vulcão Chaiten.


Há pelo menos mais uma dezena de fatores que podem mudar, ou melhor influenciar o clima do mundo.

E agora ?
Em que teoria devemos acreditar ?

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Existem muitos cientistas que não concordam que o atual aquecimento global é causado pela ação do homem. Só que estes cientistas não conseguem penetrar na grande imprensa. O aquecimento global vende muito jornal e existe uma má vontade sobre o assunto porque parece que se colocar contra o aquecimento global coincide com se opor aos Estados Unidos. Como o esporte mundial atual e descer o cacete nos americanos, os cientistas que discordam do aquecimento global não têm voz ativa. O irônico nisto tudo é que a luta contra o aquecimento global da forma como está sendo vista prejudica os países em desenvolvimento. É muito interessante a entrevista deste meteorologista na UOL. Food for tought...

“Não existe aquecimento global”, diz representante da OMM na América do Sul
domingo, 13 de dezembro de 2009.

Leiam esta entrevista pulicada no UOL.
Por Carlos Madeiro:

Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos
Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?
Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

UOL: Isso vai diminuir a temperatura da Terra?
Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

UOL: Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?
Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

UOL: O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.
Molion: Depende de como se mede.

UOL: Mede-se errado hoje?
Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

UOL: O senhor está afirmando que há direcionamento?
Molion: Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

UOL: Então o senhor garante existir uma manipulação?
Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

UOL: Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?
Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

UOL: Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?
Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

UOL: O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?
Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.

UOL: O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?
Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

UOL: Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?
Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

UOL: Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?
Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

UOL: E quanto ao derretimento das geleiras?
Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

UOL: Mas o mar não está avançando?
Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

UOL: O senhor viu algum avanço com o Protocolo de Kyoto?
Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

UOL: O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?
Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

UOL: O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?
Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Pequenas ações, grandes recompensas.

Quem disse que gentileza, não pode se tornar praticidade. Ontem, na fila do Supermercado Guanabara, uma cliente se ofereçeu para ajudar-me a empacotar as compras.
O argumento dela, ante minha surpresa. - Assim eu ajudo o Sr. e em vez de ficar esperando, acelero o meu atendimento.

No final apertei a mão dessa senhora sob o testemunho meio surpreso da caixa. Não me importei em saber o nome dessa senhora (uns 34 anos), pois o ato dela é seu melhor prémio. Às vezes simples decisões melhoram nosso dia-a-dia. Se essa senhora, em vez de tentar levar vantagem, procurar filas menores, o que eu acho uma decisão de lógica, decidir ajudar o cliente da frente, vai com certeza, ser atendida mais rápido, e se a que estiver atrás fizer o mesmo vai formar uma corrente que no final vai benificiar a todos.
Tem gente que acha que sinais e quebra-molas (que maravilha), são obrigatórias no caótico sistemas de ruas e avenidas das nossas grandes cidades. Ledo engano. Sinais e quebra-molas só deixam os motoristas nervosos e a médio prazo, pioram o trânsito. Fiquei atônito, quando eu e minha esposa, colocamos o pé na rua em Paracambi e todos os carros pararam, sem nenhum sinal, a não ser as faixas convencionais para passagem de pedestres. Paracambi, cidade pequena, situada a 50 kms do Rio de janeiro, só tem um ou dois sinais, mas tem a educação da cidadania. Todas as vezes que agridem o cidadão inocente que quer ter o direito de ir e vir e paga caro por ele, consciente ou inconscientemente, ele vai se vingar.
Parabéns, senhora do Guanabara. Com aquele gesto de ontem resgatou em mim um fio de esperança de solidariedade expontanea entre seres humanos. E é por isso que eu gosto do Brasil, dos fluminenes e principalmente da cidade onde vivo, Nova Iguaçu.

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domingo, 25 de outubro de 2009

Diferença entre a Escala Richter e Mercalli

Do site: http://www.apolo11.com

A escala de Richter foi desenvolvida em 1935 pelos sismólogos Charles Francis Richter e Beno Gutenberg, ambos membros do California Institute of Technology (Caltech), que estudavam sismos no Sul da Califórnia.
Representa a energia sísmica liberada durante o terremoto e se baseia em registros sismográficos.
A escala Richter aumenta de forma logarítimica, de maneira que cada ponto de aumento sigifica um aumento 10 vezes maior. Dessa forma, um sismo de magnitude 4 é 100 vezes maior que um de 2. No entanto, é importante salientar que o que aumenta é a amplitude das ondas sismográficas e não a energia liberada. Em termos gerais a energia de um terremoto aumentaria um fator 33 para cada grau de magnitude, ou aproximadamente 1000 vezes a cada duas unidades.


Mag Escala Richter e efeitos associados
1 Não é sentido pelas pessoas. Só os sismógrafos registram
2 É sentido nos andares mais altos dos edifícios
3 Lustres podem balançar. A vibração é igual à de um caminhão passando
3.5 Carros parados balançam, peças feitas em louça vibram e fazem barulho
4.5 Pode acordar as pessoas que estão dormindo, abrir portas, parar relógios de pêndulos e cair reboco de paredes
5 É percebido por todos. As pessoas caminham com dificuldades, livros caem de estantes; os móveis podem ficar virados
5.5 As pessoas têm dificuldades de caminhar, as paredes racham, louças quebram
6.5 Difícil dirigir automóveis, forros desabam, casas de madeira são arrancadas de fundações. Algumas paredes caem
7 Pânico geral, danos nas fundações dos prédios, encanamentos se rompem, fendas no chão, danos em represas e queda de pontes.
7.5 Maioria dos prédios desaba, grandes deslizamentos de terra, rios transbordam, represas e diques são destruídos
8.5 Trilhos retorcidos nas estradas de ferro, tubulações de água e esgoto totalmente destruídas
9 Destruição total. Grandes pedaços de rocha são deslocados, objetos são lançados no ar

A escala Richter é uma escala infinita ou aberta, podendo inclusive apresentar números negativos. No entanto, as forças naturais envolvidas limitam o topo da escala em aproximadamente 10. Teoricamente não existe energia em um terremoto capaz de superar esta marca.


Escala Mercalli
A escala de Richter não permite avaliar a intensidade sísmica em um local determinado e em particular em zonas urbanas. Para tal, utilizam-se escalas de intensidade, tais como a escala d
A escala de Mercalli tem uma importância apenas qualitativa e não deve ser interpretada em termos absolutos, uma vez que depende de observação humana. Por exemplo, um sismo com 8 na escala de Richter num deserto inabitado é classificado como 1 na escala de Mercalli, enquanto que um sismo de menor magnitude sísmica, por exemplo 5, numa zona onde as construções são débeis e pouco preparadas para resistir a terramotos pode causar efeitos devastadores e ser classificado com intensidade IX. e Mercalli , criada em 1902 pelo sismólogo italiano Giusseppe Mercalli. Essa escala, ao contrário da escala de Richter não se baseia em registros sismográficos e sim nos efeitos ou danos produzidos nas estruturas e percebido pelas pessoas nas imediações do abalo. Para um mesmo sismo, a intensidade pode ser diferente em diversas localidades reportadas.




M Escala Mercalli e os efeitos percebidos
1 Nenhum movimento é percebido
2 Algumas pessoas podem sentir o movimento se elas estão em repouso e/ou em andares elevados de edifícios
3 Diversas pessoas sentem um movimento leve no interior de prédios. Os objetos suspensos se mexem. No exterior, no entanto, nada se sente
4 No interior de prédios, a maior parte das pessoas sentem o movimento. Os objetos suspensos se mexem, e também as janelas, pratos, armação de portas
5 A maior parte das pessoas sente o movimento. As pessoas adormecidas se acordam. As portas fazem barulho, os pratos se quebram, os quadros se mexem, os objetos pequenos se deslocam, as árvores oscilam, os líquidos podem transbordar de recipientes abertos
6 Todo mundo sente o terremoto. As pessoas caminham com dificuldade, os objetos e quadros caem, o revestimento dos muros pode rachar, árvores e os arbustos são sacudidos. Danos leves podem acontecer em imáveis mal construídos, mas nehum dano estrutural
7 As pessoas têm dificuldade de se manter em pé, os condutores sentem seus carros sacudirem, alguns prédios podem desmoronar. Tijolos podem se desprender dos imóveis. Os danos são moderados em prédios bem construídos, mas podem ser importantes no resto
8 Os condutores têm dificuldade em dirigir, casas com fundações fracas tremem, grandes estruturas, como chaminés e prédios podem se torcer e quebrar. Prédios bem construídos sofrem danos leves, contrariamente aos outros, que sofrem severos danos. Os galhos das árvores se quebram, colinas podem ter fissuras se a terra está úmida e o nível d'água nos poços artesianos pode se modificar
9 Todos os prédios sofrem grandes danos. As casas sem alicerces se deslocam. Algumas canalizações subterrânes se quebram, a terra se fissura
10 A maior parte dos prédios e suas fundações são destruídos, assim como algumas pontes. As barragens são significativamente danificadas. A água é desviada de seu leito, largas fissuras aparecem no solo, os trilhos das ferrovias entortam
11 Grande parte das construções desabam, as pontes e as canalizações subterrâneas são destruídas
12 Quase tudo é destruído. O solo ondula. Rochas podem se deslocar


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